Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

MÂES DO AMOR: N. S DE APARECIDA E OXUM

 


Hoje celebramos a conexão com a Mãe Divina em suas múltiplas manifestações.

Neste 12 de outubro, honramos Nossa Senhora Aparecida, sincretizada por muitos como Oxum, Orixá das águas doces, da fertilidade e da prosperidade. 

Neste mesmo dia, também celebramos as crianças, símbolos de pureza e esperança. Que possamos, inspirados pela doçura e proteção de Nossa Senhora Aparecida e Oxum, preservar a inocência, a alegria e o amor que as crianças trazem ao mundo. 

Que a bênção do Amor Divino toque nossos corações e desperte em nós a fé, a serenidade e o poder de viver com mais amor, compaixão e gratidão. 

Salve as Egrégoras do amor!

Salve Mamãe Oxum!

Salve Senhora Aparecida!

Salve o Amor Divino!

Salve todas as crianças!

sábado, 10 de outubro de 2026

CULTURARTE 319 - outubro de 2026

CULTURARTE 319 - outubro de 2026




- A História do OUTUBRO ROSA e a Exposição Fotográfica CÂNCER DE MAMA: PREVENÇÃO DE JANEIRO A JANEIRO DA PR PRODUÇÕES QUE COMPLETA 12 ANOS

Uma edição especial do Informativo CULTURARTE já circulando nas versões on line e revista eletrônica









domingo, 27 de setembro de 2026

COSME, DAMIÃO E DOUM

 


São Cosme e São Damião são conhecidos como santos gêmeos, médicos de origem árabe que viveram no século III, exercendo a medicina de forma gratuita, guiados pela fé cristã e pelo amor ao próximo. Eram chamados de “anárgiros”, palavra grega que significa “inimigos do dinheiro”, pois não cobravam pelos atendimentos — viam na cura um serviço de caridade e de propagação da fé.

 • Martírio: foram perseguidos durante as perseguições do imperador Diocleciano e martirizados por volta do ano 303.

 • Culto: rapidamente ganharam veneração entre os cristãos, principalmente pela fama de curas milagrosas atribuídas a eles.

 • Simbologia: representam o dom de colocar a profissão a serviço do bem comum, a caridade desinteressada e a fé acima das dificuldades.

Doum, o terceiro irmão

Pouco conhecido, mas presente em algumas tradições, Doum foi um irmão mais novo dos santos gêmeos. Era mantido escondido para ser protegido das perseguições da época. Seu nome significa “fruto doce” e, em algumas culturas, é lembrado como símbolo da pureza infantil e da inocência. Mais tarde, ficou só, ja que infelizmente seus irmãos foram mortos acusados de serem bruxos (eles curavam as pessoas com chás, plantas e afins - (além disso eram médicos). 

Nas tradições populares, Doum aparece como um menino, às vezes vestido de branco, ligado à infância e à simplicidade.

Em cultos afro-brasileiros (Candomblé e Umbanda), Doum é celebrado junto aos Ibejis (as divindades gêmeas da infância, associadas a Cosme e Damião). Ele representa a alegria, a ingenuidade e a doçura das crianças.

Cosme e Damião simbolizam a caridade e a cura pelo amor, enquanto Doum traz a força da inocência e da alegria infantil. Unidos, eles representam um chamado à pureza de coração, ao serviço ao próximo e à confiança no bem.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

CULTURARTE 318 - setembro de 2026 (segunda edição)

CULTURARTE 318
setembro de 2026 (segunda edição)



- O SETEMBRO AMARELO. A discussão sobre o suicídio onde o cuidado tem que ser diário e de todos.
- A DEPRESSÃO SORRIDENTE, onde a tristeza se esconde atrás de um sorriso!
- Mas o sorriso é importante? Claro que sim e mostramos aqui O PODER TRANSFROMADOR DO SORRISO!
- BELEZA NEGRA EM DESTAQUE: A ESTÉTICA COMO FORMA DE RESISTÊNCIA E NOVO DOMÍNIO.
- SETEMBRO AMARELO e a Exaustão Emocional!

Tudo isso, na segunda edição de setembro do INFORMATIVO CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.










segunda-feira, 21 de setembro de 2026

ORAÇÃO À MÃE MARIA

 


Essa oração é aquela de quando não vemos muita saída. Se ela chegou até você, faça. Todos os dias ou sempre que achar necessário.

Mãe Maria vem em nosso auxílio!

“Mãe Maria, hoje eu venho até Ti sem forças para fingir que está tudo bem. Estou cansado de ver as coisas quase darem certo. Cansado de esperar, tentar, recomeçar e, quando finalmente parece que tudo vai se ajeitar, alguma coisa acontece e me faz voltar ao ponto de partida.

Por isso, Mãe, eu Te peço: acolhe-me onde ninguém consegue chegar. Entra nos lugares da minha alma que eu não consigo explicar, toca as feridas que escondo até de mim mesmo e segura minha mão quando eu já não souber para onde ir.

Olha pela minha família, pela minha casa, pelos meus filhos, pelos meus pais, pelos meus irmãos e por todos aqueles que amo. Onde houver um filho sofrendo, esteja presente. Onde houver um pai ou uma mãe preocupados, leve consolo. Onde houver brigas, mágoas, afastamentos, dificuldades financeiras, desemprego, doenças, vícios, perdas, medo, solidão ou palavras que feriram, derrama o Teu amor.

Mãe, visita também aquilo que ninguém vê: as preocupações antes de dormir, as lágrimas escondidas, as contas que não fecham, o medo de perder alguém, a preocupação com um filho, a angústia de quem procura trabalho, o casamento que está se desgastando, a família que deixou de conversar e o coração que está cansado de ser forte.

Eu Te entrego tudo aquilo que não consigo resolver. Não Te peço uma vida sem problemas. Peço força para atravessá-los, sabedoria para tomar decisões e proteção para não permitir que as dificuldades destruam aquilo que Deus me confiou.

Mãe Maria, se eu não conseguir encontrar o caminho, vem comigo. Se eu cair, levanta-me. Se eu chorar, acolhe minhas lágrimas. Se eu perder a esperança, empresta-me a Tua. E quando eu pensar que ninguém consegue me alcançar, lembra-me que Teu amor pode chegar exatamente onde eu estou.

Mãe amorosa, recebe meu pedido de socorro. Fica comigo, fica com minha família e não permitas que eu atravesse sozinho aquilo que hoje pesa tanto sobre meu coração. Amém.”

Fiquem na luz! 

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

A Lenda de Ogum Megê


 Ogum Megê é o chefe da Quarta Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele trabalha bem próximo a Yansã e faz a ronda da parte externa da Calunga Pequena. 

Diziam nossos avós na Umbanda tradicional, que a a falange de Ogum Megê está aliada ao Povo Megê, uma corrente espiritual composta por aguerridos combatentes. 

Com o tempo, como já mencionamos, a magia dos povos na Umbanda foi se perdendo. O Povo Megê é um dos menos conhecidos hoje em dia. 

Este Ogum é o Guardião dos Cemitérios e o mais valente aliado nas lutas e demandas. 

Essa qualidade de Ogum de Umbanda é muito invocada para resolver casos de feitiçaria e outros trabalhos mais pesados, principalmente os que envolvem a Calunga Pequena, ou cemitério. 

Esse Orixá anda geralmente nas encruzilhadas e estradas que dão aceso ao campo santo, e sua força se une com a de Omulú, o grande guardião das almas e de sua morada. Grande guerreiro, sempre está atento para o que se passa dentro dos cemitérios, sendo importante que; antes de fazermos qualquer obrigação neste local, levemos presente para ele. 

Ogum Megê, assim como os demais Oguns, é um protetor fiel, e sempre que por ele chamamos, encontramos pronto atendimento às nossas súplicas. 

Com seu cavalo, este Ogum ronda os cemitérios sempre e nada podemos fazer sem sua devida autorização. Era comum os umbandistas mais antigos, levarem para ele, cerveja, velas, ou outro tipo de oferenda para que ele autorizasse aos exús daquele lugar, que viessem atender a um chamado sempre que deles precisassem. 

Usa as cores vermelha e branca, assim como a grade maioria dos Oguns de Umbanda, fuma cigarro ou charuto e quando incorporado, bebe de forma moderada a cerveja branca. 

Ao invocarmos algum exú de cemitério para nos ajudar em alguma situação, o Sr. Ogum Megê, vem imediatamente até as proximidades do portão e pergunta a que lugar vai aquele exú, e se ele não foi devidamente homenageado, pode impedir que aquele exú venha trabalhar, e essa é a causa de alguns trabalhos de cemitério não renderem resultados satisfatórios. 

Dentro da quimbanda, assim como os demais Oguns, Megê se encarrega de supervisionar os trabalhos que são realizados e se por ventura algo de muito errado for feito, ele imediatamente comunicará às esferas superiores e se dará assim, o início da cobrança daquele ato, primeiramente para o exú e posteriormente para a pessoa que solicitou o trabalho. 

Recebe velas brancas, vermelhas e brancas e sempre ao redor dos cemitérios, também costuma receber cerveja branca e algumas pessoas costumam colocar farofa para o mesmo. 

Fonte: Umbanda Sagrada





terça-feira, 15 de setembro de 2026

UMBANDA É DE CRENÇA ESPÍRITA?

 Abaixo está a transcrição na íntegra do capítulo "Umbanda é de crença espírita", extraído da obra Jardim dos Orixás/Ramatís:​


A clareza mental do codificador do espiritismo constata-se pela precisão de sua linguagem e abordagem dos temas, demonstrando coragem e inconformismo quanto aos preconceitos e dogmas religiosos de sua época. Infelizmente o espírito kardequiano está um pouco esquecido numa grande parte dos que se dizem espíritas, uma vez que se mostram crentes fanáticos como se fossem de uma religião fundamentalista, ou seja, despreparados para exercitar o "ser espírita" preconizado por Kardec, inserido no aspecto religioso da Doutrina, contido no livro O Evangelho segundo o espiritismo.

​Nesta que é uma das obras básicas do espiritismo, Kardec dividiu os Evangelhos em cinco partes: os atos ordinários da vida do Cristo; os milagres; as profecias; as palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja; e o ensino moral. A parte moral foi considerada, pelos espíritos iluminados que conduziram a Codificação, de suma importância, tanto que as demais são ínfimas se comparadas em número de páginas com ela, como confirma Kardec: "Esta parte constitui o objeto exclusivo da presente obra".

​Logo, podemos concluir com toda a segurança que religião, no enfoque espírita, é antes de tudo uma questão de conduta moral, que deveria se refletir no comportamento dos que adotam o espiritismo. No entanto isso não se verifica na prática, o que atribuímos ao atavismo arraigado dos homens, obviamente desvinculado da essência do que é "ser espírita". Allan Kardec nunca preconizou que o espírita verdadeiro seria este ou aquele, pois não existem falsos espíritas, o que fazia com que ele admitisse que os indivíduos presenciassem ligados às suas igrejas e templos. Para o espiritismo, por ser uma doutrina filosófica, como tanto insistiu o Codificador, não há possibilidade da existência de espíritas melhores do que outros, falsos ou verdadeiros.

Constatamos um fanatismo religioso desconectado do aspecto moral da doutrina espírita, que denota instabilidade e despreparo espiritual dessas pessoas, o que não tem nada a ver com o espiritismo, muito menos com o Plano Espiritual.

​Após essas constatações, sugerimos que bebamos direto da fonte de luz para clarearmos nosso raciocínio, por isso transcrevemos a seguir algumas palavras de Allan Kardec extraídas da obra O que é o espiritismo, de domínio público:

​"A doutrina hoje ensinada pelos espíritos nada tem de novo; seus fragmentos são encontrados na maior parte dos filósofos da Índia, do Egito e da Grécia, e se completam nos ensinos de Jesus Cristo."

​"Sob o ponto de vista religioso, o espiritismo tem por base os verdadeiros fundamentos de todas as religiões: Deus, a alma, a imortalidade, as penas e recompensas futuras. Mas é independente de qualquer culto particular. Seu fim é provar a existência da alma aos que negam ou que disso duvidam; demonstrar que ela sobrevive ao corpo e que, após a morte, sofre as consequências do bem e do mal que haja feito durante a vida terrena e isto é comum a todas as religiões."

​"Como a crença nos espíritos é igualmente de todas as religiões, assim é de todos os povos, por isso que onde há homens há espíritos e, ainda, porque as manifestações são de todos os tempos, e seus relatos, sem qualquer exceção, se acham em todas as religiões. Assim, pois, pode-se ser católico, grego ou romano, protestante, judeu ou muçulmano e crer nas manifestações dos espíritos e, consequentemente, ser-se espírita. A prova está em que o espiritismo tem adeptos em todas as religiões."

​"Não sendo os espíritos mais do que as almas, não é possível negar aqueles sem negar estas. Admitindo-se as almas ou espíritos, a questão se reduz à sua expressão mais simples: as almas dos que morreram podem comunicar-se conosco?"

​"O espiritismo prova a afirmação com os fatos materiais. Que prova podem dar de que isto seja impossível? Se o é, nem todas as negações do mundo impedirão que o seja, porque isto não é um sistema, nem uma teoria, mas uma lei da natureza. E contra as leis da natureza é impotente a vontade dos homens."

​Umbanda é de crença espírita, diria Allan Kardec se estivesse encarnado entre nós? 

Com certeza a resposta é sim.

​Imploramos ao Alto que os que se dizem espíritas na Terra resgatem o senso de observação de Allan Kardec, desprovido de quaisquer preconceitos. Analisem, observem, estudem e compreendam a Umbanda e, antes de qualquer coisa, respeitem-na como expressão mediúnica da Espiritualidade Superior para socorrer os necessitados do corpo e da alma.

​Irmãos, vamos nos dar as mãos, independentemente de fé, crença, raça, religião, sexo e classe social. Vamos amar uns aos outros, como Cristo nos ensinou.