Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

domingo, 12 de abril de 2026

"Antes do Berço!" O que foi combinado no Ministério Espiritual para o seu reencarne.



A Doutrina Espírita nos esclarece que, todos nós antes do berço estávamos na espiritualidade, examinando as nossas próprias necessidades de crescimento e aperfeiçoamento, pedimos então para renascer novamente (reencarnação) para dar o devido cumprimento aos nossos deveres que ficaram pendentes e urgentes.

Alguns pediram para renascerem com certas deficiências corpóreas, afim de se  reajustar, valorizar naquilo que fora comprometidos em vidas anteriores, bem como elevar-se em seu crescimento e também sentimentos. Já muitos outros, rogaram para renascerem com algumas enfermidades, e que fossem de longa duração para que pudessem expurgar, reeducar todos os seus impulsos menos digno.

Muitos outros ainda, pediram para renascerem com aquela lesão corporal (física), bem como na falta de algum membro, mutilados, com diversos complexos psicológicos, afim de sofrerem e se lembrarem dos atos praticados através da força e da brutalidade praticadas em outros tempos.  

Muitos companheiros pedem para renascerem dentro de um lar amargo com reencontros com antigos adversários e ou comparsas  do passado, afim de buscarem o perdão, na assimilação do amor ao próximo e a si mesmo, tentando resgatar seus velhos débitos acumulados ao longos de milênios.

Muitas outras pessoas renasceram estéreis, outros pediram para renascerem impotentes, em virtude do mau uso da sexualidade e também da prática assassina do aborto. Hoje renascem assim para aprenderem a dar o devido valor da vida, do amor, do sexo e da maternidade.

Uma infinidades de duras provas foram selecionadas por nós mesmos lá no mundo dos espíritos. Deus nada tem com isso, pois fomos iguais crianças prematuras e levadas da brecas, avançamos as gradinhas de proteção de nossos próprios berços, surgindo aí as amargas sequelas. 

Muitos de nós abandonaremos as difíceis provas do caminho, fugindo para o suicídios, para as drogas e outros tantos atalhos negativos que a vida oferece. Esses então, retornarão para o mundo das origens muito tristes, derrotados, humilhados  e destruídos pela própria falta de fé e de coragem.

Aceitemos todas essas dificuldades do caminho sem murmurar, sem julgar, pois todas elas são as respostas da Providência Divina em nosso favor, bem como aos nossos anseios de reajustes e sublimação. 

Reflitamos bem sobre isso !



sexta-feira, 10 de abril de 2026

CULTURARTE 307 - abril de 2026

CULTURARTE 307 - abril de 2026


- 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas - Salve os povos originários
- Você pode e deve ser feliz também sozinha, com Roberta Avellar
- Gisele Marques dá o ponta pé inicial ao Projeto Águia
- Exemplo de superação, Danny Cruz alerta para a violência doméstica
- O que é quem é uma mulher de coragem?
- Os benefícios da caminhada

Tudo isso na edição de abril do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica












terça-feira, 7 de abril de 2026

Iroko: Árvore orixá e orixá da árvore

Iroco (IROKO)é a grande árvore encantada, pai e mãe de tudo que existe no mundo sagrado; temida, amada e respeitada por aqueles que a conhecem de perto, é a morada dos orixás (dos iorubas), voduns (dos povos fon ou jeje), inquices (dos bantos) e de todos os tipos de espíritos, feiticeiros e bruxas. Para o corte dos galhos de Iroco, é preciso que se façam oferendas e, mesmo assim, nunca se sabe...

Conta a tradição que os furacões e os raios respeitam os Irocos: Iansã, a senhora dos ventos e das tempestades, poupa todas as “moradas” do orixá da árvore, com quem mantem uma estreita afinidade.

Essa árvore, tão absolutamente sagrada, é chamada de Iggi Olórum (árvore do Senhor dos Céus, para muitos o mesmo Deus de Israel e dos cristãos) e só pode ser a expressão do divino: é o Orixá Iroco para os iorubas; o Vodum Loco para os Fons do Benin; o Orixá Olorokê para os efãs e ijexas; o Inquice Tempo para grande parte do povo banto. Para o povo jeje-mahi (do Dahomey, atual República do Benin), a árvore sagrada é a morada de Azanadô (ou Azonnondo), vodum masculino da família de Bessen, o Oxumarê dos iorubas.

O verdadeiro Iroco é uma enorme árvore que existe somente na África; é classificada cientificamente como Clorophora excelsa. No Novo Mundo, Iroco escolheu outras moradas sagradas: no Brasil reside geralmente em um tipo de gameleira, Ficus religiosa, que pode viver mais de dois séculos; essa árvore abundante na Bahia, abriga o orixá e nele se transforma, sendo absolutamente necessária para o culto das divindades afro-brasileiras.

Iroco é vanguardeiro e sabe ouvir

Iroco é o comandante de todas as árvores sagradas, o vanguardeiro; isso o aproxima do orixá Ogum.

Os demais Osa Iggi devem-lhe obediência porque só ele é Iggi Olórum, a árvore do Senhor do céu. É preciso que falemos e tenhamos boa convivência com essa divindade silenciosa e turbulenta, contemplativa que mais gosta de ouvir que de falar, generosa e gentil, colérica e terrível, apaixonada e também cruel, mais muito justiceira. Iroco é a árvore da vida e a vida é tudo, aceita tudo e continua sendo.

“...Quem é que pode com Iroco? Iroco não é fácil! – diz a sábia Locossi, ebome Cidália Soledade Barbosa, do candomblé do Gantois.

Iroco é o orixá patrono da liberdade, porque mora “no tempo” e detesta espaços fechados e muros ao seu redor. É belo, dá sombra e testemunha a eternidade, chamando-nos à festa da vida e ao respeito a natureza.

Iroco é da terra, fogo e ar

Veremos outros mitos nos quais Osa Iggi aparece como o cemitério (forma como era usado na África); isso o aproxima de Xapanã, grande senhor do elemento terra, “o dono” das necrópoles.

Os familiares dos mortos costumavam, na África, colocar os cadáveres dos parentes nos grandes orifícios dos baobas e dos irocos africanos, o que, mesmo tornando-se com o tempo impraticável, deu a Iroco o apelida de “árvore-cemitério”. O ritual fúnebre chamado axexe, do original ajejê (vigília do caçador), teve lugar, inicialmente, em um pé de iroco.

Iroco se veste de Branco

Iroco se veste sempre de branco; isso mostra sua relação com o mundo dos ancestrais, o que ocorre com quase todos os demais orixás das árvores.

Iroco – Loco usa essa cor também porque suas fortes e muitas vezes violentas energias devem ficar contidas, equilibradas. O vodun Loco também se traja de branco, assim como Oloroquê que, quando manifestado, dança em volto em um lençol, lembrando-nos o Ojá que enfeita árvore.

“Ê Tempo zará! Ê Tempo zará, Tempo! Eila mano, eila cumpadi!”

Tempo é um inquice semelhante a Iroco-Loco. Para algumas pessoas, representa o próprio tempo, que não para de passar. Mora na Ficus religiosa e nas mangueiras; mas não é considerado um inquice árvore, e sim uma divindade que é cultuada ao pé de uma árvore sagrada. Apresenta muitas características do Inquice Cavungu, semelhante ao Omolu dos iorubas que é considerado irmão de Tempo pelos membros da nação congo-angola, responsável por obrigações de muito fundamento.

Contos de Ifá e contos populares sobre Iroco e outras árvores sagradas

Árvore “vira” orixá, gente “vira” no orixá e orixá “vira” árvore

Iroco era uma árvore muito importante, importante a valer. Tão importante que todos iam ao pé dela para pedir coisas, dar-lhe presentes, olhar sua beleza e imponência.

Exu era o senhor dos caminhos cruzados.

Olofim determinou que os orixás e ibejis (os gêmeos) fossem cultuados pelos viventes. Eles receberam a ordem de sair pelo mundo à procura de seus filhos, o que aproximaria o mundo dos encantados do mundo das pessoas, para a felicidade de todos.

Iroco era muitíssimo cultuado e trabalhava muito, até demais. Os carregos grandes iam para o pé da árvore e cada vez mais o povo pedia. Pediam tanto a essa árvore, que os milagres começaram a acontecer e os pedidos e promessas triplicavam... Iroco cada vez mais popular, de tanto que pediam e de tanto que ele trabalhava sem parar.

Um dia os oluôs (adivinhos) fizeram uma “junção” para conversar sobre essa árvore, que tanto estava dando o que falar. Foram lá para baixo dela, na sombra e começaram a jogar. Resolveram pedir a Iroco que ele viesse fazer parte do Axé, junto com os outros orixás, para que “fosse feito”.

Ele respondeu que sim, que passaria para o lado dos orixás de vez, mas que jamais moraria dentro de uma casa de orixá. Ia ficar na rua, que era seu lugar, do lado de fora, e não aceitaria muro em redor de si, mas cerca feita de várias tabuas, cada uma representando um membro do candomblé. Queria morar cercado pelo povo-de-santo, sua gente, mais fora de qualquer casa, que é o seu principal ewó (proibição).

Tudo dele tinha de ser feito na rua. Ele se vestiria sempre de branco e “responderia” em todas as nações. “Sem essa” de “nação pura”, com ele? Cada uma tem seu encanto próprio e a união faz a força.

Atenderia pelos seguintes nomes: Iroco, Loco, Olo Oco, Oloroquê e Tempo. Os oluôs concordaram e disseram que tudo seria feito de acordo com sua vontade.

Dito e feito.

La perto havia uma feira de cheia de movimento. Iroco soprou, soprou o seu hálito, em forma de vento, foi cair sobre a cabeça de uma moça o hálito, em forma de vento, foi cair sobre a cabeça de uma moça, que vendia na feira. A moça começou a rodar, a rodar, a rodar, e foi cair nos pés de Iroco, nascendo a primeira locossi... A primeira filha de Iroco na Terra!

Esta era a grande resposta do Senhor da Árvore aos babalaôs:

“Roko dê, Sororô...

Oguê, Oguê, Sororô...”

Isso quer dizer que Iroco chega no axé, chega para dançar e ficar.

Podem falar que Iroco chegou!

Vendo aquilo, todos os orixás correram para o pé de Iroco, para uma grande junção. (“gente comum faz reunião; orixá faz junção...”) Chegaram trazendo suas comidas prediletas: Ogum levou um inhame assado, Oxóssi levou milho amarelo, Omolu levou pipoca e feijão preto, Ossãim levou farofa de mel de abelha, Oxumarê levou farofa de feijão, Xangô levou amalá, Oxalufã levou milho branco, Oxoguiã, bolo de inhame cozido, Orunmilá levou ossos.

Exu chegou, correndo e levou cachaça. Ajoelhou-se nos pés de Iroco e jogou três pingos no chão, cheirou três vezes e bebeu um pouco. Nesse momento transformou-se em árvore, Ogum em cachorro, Oxóssi em vaga-lume, Omolu em aranha, Oxala em camaleão, Oxumarê em cobra, Xangô em cágado e as comidas ficaram no pé da árvore.

A moça foi recolhida e assim foi iniciado de que se tem notícia.

Dizem que o nome desse Iroco trouxe foi muito lindo, bonito mesmo!


Pesquisa do livro “Iroco, o orixá da arvore e a arvore orixá”.

Por Cleo Martins e Roberval Marinho

Editora Pallas: coleção Orixás – ano 2002

domingo, 5 de abril de 2026

Ele fez por nós. Renasça Nele! Feliz Páscoa, Feliz Renascimento!

O RENASCIMENTO DENTRO DE VOCÊ


A crucificação de Jesus Cristo não foi apenas um momento de dor — foi o maior ato de amor que o mundo já conheceu.

Ele foi traído, humilhado, ferido… carregou uma cruz que não era d’Ele. Cada passo no caminho do calvário era o peso dos nossos erros, das nossas falhas, das nossas quedas. E mesmo assim, Ele não desistiu.

Pregado na cruz, entre o céu e a terra, Ele poderia ter escolhido descer… mas escolheu ficar. Não pelos pregos, mas por amor.

Enquanto muitos zombavam, Ele perdoava.

Enquanto sofria, Ele pensava em nós.

Enquanto a vida parecia se apagar, a esperança estava nascendo.

A cruz, que era símbolo de morte, se tornou símbolo de salvação.

Isso nos confronta profundamente: — Quantas vezes desistimos por muito menos?

— Quantas vezes reclamamos, esquecendo do sacrifício que foi feito por nós?

A crucificação nos lembra que o amor verdadeiro não é apenas sentimento — é entrega, é renúncia, é sacrifício.

Hoje, ao olhar para a cruz, não veja apenas sofrimento… veja graça.

Não veja apenas dor… veja perdão.

Não veja o fim… veja o começo de uma nova vida.

Porque Ele morreu por você…

mas também ressuscitou para te dar vida.

sábado, 4 de abril de 2026

O SEXO INVISÍVEL: A VERDADE ESPIRITUAL SOBRE A PROMISCUIDADE (E OS VAMPIROS QUE VÃO PARA A CAMA COM VOCÊ)


 Muita gente confunde prazer com preenchimento. Vive encontros rápidos, coleciona experiências e, no fim, volta para casa com um vazio difícil de explicar, uma exaustão estranha e a sensação de ter perdido algo de si. Pela visão espírita, a intimidade sem consciência não movimenta apenas o corpo: ela também expõe a alma a vínculos inferiores e desgastes profundos.

Em Missionários da Luz, André Luiz observa um rapaz envolvido por formas microscópicas perturbadoras. Alexandre esclarece que não se tratava de micróbios comuns, mas de bacilos psíquicos, gerados pela sede desgovernada de prazeres inferiores. Pela incontinência emocional e pelos abusos no campo sexual, o jovem atraía entidades grosseiras que se lhe aderiam ao campo vital, sugando-lhe as forças como vampiros invisíveis.

A Doutrina Espírita ensina que o corpo físico é extensão do corpo espiritual. Quando a criatura banaliza a energia sexual, cria ao redor de si uma faixa fluídica densa, marcada por impulsos desordenados, que favorece o contágio perispirítico e a aproximação de presenças infelizes em sintonia com os mesmos excessos.

A ciência mostra que todo organismo depende de ambiente propício para adoecer ou preservar-se. Na leitura espiritual, o mesmo ocorre com a alma: emoções desregradas enfraquecem as defesas do perispírito e abrem espaço para formas parasitárias que se alimentam da energia criadora desperdiçada.

Mas sexo não é culpa. É força sagrada da vida, que pede respeito, consciência e responsabilidade. Quem protege a própria intimidade protege também a própria paz. Recolha-se, selecione melhor seus vínculos, cure o vazio que nenhum prazer apressado resolve. A prece, a disciplina emocional e o respeito ao próprio corpo são escudos reais para limpar a aura e devolver dignidade à energia do amor.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Dia 2 de abril comemora-se o nascimento de Chico Xavier

 


Francisco Cândido Xavier, mais conhecido como Chico Xavier, nasceu em Pedro Leopoldo, no dia 2 de abril de 1910, e desencarnou em Uberaba, em 30 de junho de 2002. Médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do Espiritismo, deixou extensa obra psicografada.

Em seu aniversário de nascimento, conheça um pouco mais de sua biografia:

Chico Xavier (1910-2002) foi um médium brasileiro, reconhecido como o maior psicógrafo de todos os tempos. Com 4 anos de idade já via e ouvia os espíritos e conversava com eles.

Seu primeiro livro com 256 poemas, atribuídos a poetas mortos, foi publicado em 1932. Psicografou mais de 400 livros e doava os direitos autorais para a Federação Espírita.

Infância e juventude

Chico Xavier nasceu em Pedro Leopoldo, Minas Gerais, no dia 2 de abril de 1910. Filho do operário João Cândido Xavier e da lavadeira Maria João de Deus, ficou órfão de mãe quando tinha cinco anos de idade.

Seu pai se viu obrigado a entregar alguns dos seus nove filhos aos cuidados de pessoas amigas e Chico Xavier ficou aos cuidados de sua madrinha, mulher nervosa que o maltratava cruelmente.

Várias vezes, Chico ouvia sua falecida mãe dizer que enviaria um anjo para reunir toda a família. A segunda esposa de seu pai reuniu todos os seus irmãos e ainda teve mais cinco filhos.

Chico Xavier passou a ter sonhos e durante a noite se levantava agitado e conversava com os espíritos. De manhã, contava seus sonhos a sua família. O pai resolveu leva-lo ao vigário de Matozinhos que depois de ouvi-lo recomendou que o garoto não lesse mais jornais, revistas e livros. Disse-lhe que ninguém volta depois da morte.

Ao conversar com sua mãe, triste por não ser compreendido por ninguém, Chico escutou dela que precisava modificar seus pensamentos, que não deveria ser uma criança indisciplinada, para não ganhar antipatia dos outros. Deveria aprender a se calar e que, quando se lembrasse de alguma lição ou experiência recebida em sonho, que a seguisse.

Disse-lhe que ele precisava aprender a obediência para que Deus um dia lhe concedesse a confiança dos outros. Durante 7 anos consecutivos, de 1920 a 1927, ele não teve mais qualquer contato com sua mãe.

Educado na fé católica, Chico Xavier obedecia às obrigações que lhe eram indicadas pela Igreja. Se confessava, comungava, comparecia pontualmente a missa e acompanhava as procissões. Levantava cedo para começar as tarefas escolares e em seguida seguia para o serviço da fábrica onde trabalhava de três da tarde até onze da noite.

Em 1925, Chico deixou a fábrica indo trabalhar na venda do Sr. José Felizardo. As perturbações noturnas voltaram e depois de dormir, caia em transe profundo.

A primeira e única professora de Chico que descobriu sua mediunidade psicográfica foi D. Rosália, que fazia passeios campestres com os alunos e no dia seguinte deveriam levar uma redação descrevendo o passeio. As de Chico tiravam sempre o primeiro lugar.

No dia 7 de maio de 1927 uma de suas irmãs ficou doente e um casal de espíritas, reuniu-se com sua família e realizaram a primeira sessão espírita que teve lugar na casa de Chico Xavier em Pedro Leopoldo.

Na mesa, estavam dois livros, “O Evangelho Segundo o Espiritismo” e o “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec. Chico ouviu da mãe: “Meu filho, eis que estamos juntos novamente. Os livros à nossa frente são dois tesouros de luz. Estude-os, cumpra com seus deveres e em breve a bondade divina nos permitirá mostrar a você seus novos caminhos”.

Em junho do mesmo ano, foi cogitada a fundação de um núcleo doutrinário. Em fins de 1927 o Centro Espírita Luiz Gonzaga, sediado na residência de João Cândido Xavier, que se fez presidente da instituição, já estava formado e bem frequentado.

Primeira sessão em público

Uma nova sede do Centro Espírita Luiz Gonzaga foi construída no local onde se erguia a antiga casa de Maria João de Deus, mãe de Chico Xavier. Em 8 de julho de 1927, Chico Xavier fez a primeira atuação do serviço mediúnico, em público.

Primeiro livro

Seu primeiro livro psicografado, “Parnaso de Além-Túmulo”, que reúne 256 poemas, atribuídos à poetas mortos, foi publicado em julho de 1932. Em 1950, Chico Xavier já havia psicografado mais de 50 livros.

Mudança para Uberaba

Sob a orientação dos Benfeitores Espirituais, no dia 5 de janeiro de 1959, Chico Xavier mudou-se para Uberaba, iniciando nessa mesma data as atividades mediúnicas, em reunião pública da “Comunhão Espírita Cristã”.

Nessa época, teve início a famosa peregrinação. Aos sábados, saindo da “Comunhão Espírita-Cristã”, o médium visitava alguns lares carentes levando-lhes a alegria de sua presença amiga acompanhado por grande número de pessoas. A cidade de Uberaba, transformou-se num polo de atração de inúmeros visitantes das mais variadas regiões do Brasil e até mesmo do exterior.

Chico psicografou 451 livros, que reproduziam o que os espíritos lhe transmitiam. Seus livros foram traduzidos para vários países. Psicografou várias cartas de mortos para suas famílias. Os direitos autorais de seus livros publicados eram cedidos gratuitamente às editoras espíritas e desde os anos 70, Chico ajudava as pessoas necessitadas.

Chico Xavier faleceu em Uberaba, Minas Gerais, no dia 30 de junho de 2002, após sofrer uma parada cardíaca. Foi encontrado no quarto, por seu filho adotivo.

Frases de Chico Xavier

A felicidade não entra em portas trancadas.

Lembra-te: em matérias de atitudes, a vida não fornece cópias para revisão.

Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor… Magoar alguém é terrível!

Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta.

Planejar a infelicidade dos outros é causar com as próprias mãos um abismo para si mesmo.

A caridade é um exercício espiritual… Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma.

Algumas obras psicografadas por Chico Xavier

Crônicas de Além-Túmulo (1937)

Emmanuel (1938)

Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho (1938)

A Caminho da Luz Emmanuel (1938)

Há Dois Mil Anos Emmanuel (1939)

Cinquenta Anos Depois Emmanuel (1940)

O Consolador Emmanuel (1941)

Paulo e Estevão Emmanuel (1942)

Nosso Lar (1944)

Missionários da Luz (1945)

Ação e Reação (1957)

A Caminho da Luz (1961)

Companheiro Emmanuel (1977)

Retratos da Vida (1985)

Queda e Ascensão da Casa dos Benefícios (1991)

Escada de Luz – Diversos Espíritos (1999)

Fonte: ebiografia e Comunhão Espírita de Brasília



quarta-feira, 25 de março de 2026

CULTURARTE 306 - março de 2026 (segunda edição)

CULTURARTE 306
março de 2026 (segunda edição)



- Ainda comemorando o Mês da Mulher, o CULTURARTE traz matérias fantásticas
- ADRIANA RODRIGUES MONTEIRO, Gata Verão 2026 e Musa da Região dos Lagos 2026. Mariana Araújo é a Gata Verão Plus Size 2026
- Um belíssimo texto de Simone de Beauvoir, ENVELHECI À FRANCESA: sem alarde, sem ruptura, apenas deixando o tempo passar
- Os 90 anos de Carlos Alberto de Nóbrega, o herdeiro do banco mais famoso do Brasil
- "A tóxica era eu... mas eu renasci!!!, um texto inspirador

Tudo isso na segunda edição de março do INFORMATIVO CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica