Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

sábado, 25 de julho de 2026

SÃO CRISTÓVÃO, PROTETOR DOS MOTORISTAS E DA VISTA (AQUELE QUE CARREGOU CRISTO)

 Protetor dos viajantes (25 de julho)


A figura mais frequente de São Cristóvão é representada por um gigante barbudo, que carrega o Menino Jesus nos ombros, ajudando-o a atravessar um rio; o Menino segura o mundo nas pontas dos dedos, como se brincasse com uma bola. Esta imagem remonta a uma das lendas hagiográficas mais famosas sobre a vida do Santo, martirizado em 25 de julho em Anatólia, na Lícia. Segundo esta tradição, seu verdadeiro nome era Reprobus, um gigante que queria prestar serviço ao rei mais poderoso do mundo.

Ao chegar à Corte de um rei, que achava ser invencível, pôs-se ao seu serviço. Mas, certo dia, percebeu que o rei, ao escutar o canto de um trovador que falava do diabo, fez o Sinal da Cruz. Então, perguntou-lhe porquê. E o rei lhe respondeu que tinha medo do diabo e que todas as vezes que o ouvia falar em seu nome, fazia o Sinal da Cruz para buscar proteção.

O gigante então partiu em busca do diabo, que ele julgava ser mais poderoso que seu rei. Não demorou muito e o encontrou; assim, pôs-se a servi-lo e a segui-lo. Porém, um dia, passando por uma rua onde havia uma cruz, o diabo desviou seu caminho. Então, Reprobus perguntou-lhe porquê havia agido desta maneira. E o diabo foi obrigado a admitir que Cristo tinha morrido na Cruz; por isso, diante da Cruz, tinha que fugir de medo.

Por fim, Reprobus deixou o diabo de lado e pôs-se à busca de Cristo. Certo dia, encontrou um eremita que lhe sugeriu construir uma cabana às margens de um rio, cujas águas eram perigosas, e colocar-se à disposição das pessoas a atravessá-lo, uma vez que tinha uma estatura gigantesca.

Um belo dia, o bom gigante ouviu uma voz de criança, que lhe pedia ajuda: era um menino que queria atravessar o rio. Então, o gigante o colocou sobre os ombros e o carregou para o outro lado daquele rio perigoso. Enquanto fazia a travessia, o peso daquela criança aumentava cada vez mais, tanto que, com muito custo, conseguiu chegar à outra margem. Lá, o menino revelou sua identidade: era Jesus e o peso, que havia carregado, era o do mundo inteiro, salvado pelo sangue de Cristo.

Esta lenda, além de inspirar a iconografia ocidental, fez com São Cristóvão fosse invocado como Padroeiro dos barqueiros, peregrinos, viajantes e motoristas.

Um Santo cinocéfalo

No Oriente, São Cristóvão é, geralmente, representado com a cabeça de cão, como testemunham muitos ícones existentes em São Petersburgo e Sofia. A iconografia do santo cinocéfalo, segundo alguns, demonstra que se trata de um culto surgido em âmbito helênico-egípcio, com clara referência ao culto a deus Anúbis. Outra hipótese seria ainda bem mais plausível e complexa: Reprobus se teria alistado no exército romano e se teria convertido ao cristianismo com o nome de Cristóvão. Ao ser denunciado pelo seu apostolado entre os pelotões, foi conduzido diante de um juiz que fez todas as tentativas para que renunciasse a Cristo; tendo resistido, foi, por fim, decapitado. Logo, Cristóvão “carregou Cristo” em seu coração até ao martírio, como o jumento carregou Cristo a Jerusalém, no dia de Ramos.

Por este motivo, ter-se-ia difundido no Oriente, inicialmente, o costume de representar Cristóvão com a cabeça de jumento, que, depois, teria mudado para uma cabeça de cão. Trata-se, porém, de uma iconografia existente no âmbito cristão, sem nenhuma relação com cultos pagãos.

Protetor da vista

Segundo a Lenda Dourada, o martírio de Cristóvão aconteceu em Anatólia, na Lícia. O Santo resistiu às torturas com hastes de ferro e metal incandescentes. Até as flechas que lhe atiraram, ficaram suspensas no ar; uma delas, voltou e transpassou o olho do soberano, que lhe havia ordenado o suplício. Assim, o rei mandou decapitar Cristóvão. Mas, antes de morrer, disse-lhe: “Banhe os olhos com o meu sangue e ficará curado”. O rei recuperou a visão e se converteu. Desde então, São Cristóvão foi invocado contra as doenças da vista.



CULTURARTE 314 - julho de 2026 (segunda edição)

CULTURARTE 314
julho de 2026 (segunda edição)



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Tudo isso na segunda edição do Informativo CULTURARTE do mês de julho, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.











quarta-feira, 15 de julho de 2026

A NOBRE MISSÃO DE SÃO BENTO - OBALUAYÊ (OMULU) - MESTRE EL MORYA

 Poucos santos atravessaram tantos séculos com a mesma missão: nos proteger contra as trevas. São Bento conquistou o mundo pela força da sua presença, da oração e da disciplina espiritual (a importância de se abençoar o que come!)


Nasceu na Itália, por volta do ano 480 e deixou uma vida de conforto para buscar Deus no silêncio. Viveu anos em uma gruta, onde, segundo a tradição, venceu intensas tentações e compreendeu que a maior batalha acontece dentro de cada um de nós.

Entre os casos mais conhecidos está a tentativa de envenená-lo. Antes de beber, fez o sinal da cruz sobre o cálice, que se partiu. Em outra ocasião, um corvo levou embora um pão envenenado antes que ele o comesse. E uma das mais chocantes: ao receber seu alimento envenenado dos colegas frades, ele abençoa a comida e come normalmente sem sentir mal algum, para surpresa e delírio dos demais (daí a importância de se abençoar o que come). Esses episódios fizeram de São Bento um dos maiores símbolos de proteção espiritual da história.

Sua famosa medalha permanece, até hoje, como um poderoso símbolo de fé, libertação e fortalecimento espiritual. Mais do que um amuleto, ela nos recorda que nenhuma sombra permanece onde existe uma consciência alinhada com a Luz.

Na Umbanda, São Bento é Obaluayê (Omulu), pela força da cura, da purificação e da transformação das dores em sabedoria. Embora existam diferenças regionais no sincretismo, essa é uma das associações mais conhecidas.

Na Fraternidade, sua vibração se aproxima da energia do Mestre El Morya, Chohan do Primeiro Raio, que representa a Vontade Divina, a coragem, a disciplina e a firmeza diante dos desafios. Ambos nos ensinam que a verdadeira proteção nasce da conexão com o Divino e da retidão do espírito.

Que São Bento fortaleça sua fé, proteja nossos caminhos e lembre que nenhuma força é maior do que a Luz que habita em cada um de nós. 

Viva São Bento!

Atotô, Obaluayê!

Em nome do amado Mestre El Morya, que a Vontade Divina se cumpra em nossas vidas.

—-

Acesse o livro da Fraternidade com decretos poderosos para transformar sua vida: https://linktr.ee/grandefraternidadebranca 

domingo, 12 de julho de 2026

CULTURARTE 313 - julho de 2026

CULTURARTE 313 - julho de 2026




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Tudo isso na edição de julho do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.










terça-feira, 7 de julho de 2026

DIA 07 DE JULHO - DIA DE ZÉ PILINTRA - LEI ÁTILA NUNES


 Tem histórias que a política não consegue explicar.

E talvez esta seja uma delas.

Quando apresentei o projeto para incluir o Dia de Zé Pilintra no calendário oficial da cidade do Rio de Janeiro, eu sabia que não seria fácil. A resistência era grande. Em uma Câmara com maioria conservadora, muitos acreditavam que essa homenagem jamais seria aprovada.

Mas quem caminha com fé aprende que existem batalhas que não se vencem apenas com votos.

No dia da votação, aconteceu algo curioso. Justamente aqueles que pretendiam impedir a aprovação tiveram dificuldades para chegar à sessão a tempo. Cada um tire as suas próprias conclusões...

Eu apenas agradeci.

Porque quem conhece Zé Pilintra sabe que ele nunca ensinou o caminho da injustiça. Muito pelo contrário. Seu Zé representa a sabedoria das ruas, a proteção dos mais humildes, a inteligência diante das dificuldades e a coragem de abrir caminhos quando tudo parece fechado.

Antes de ser um símbolo da malandragem, é um símbolo da dignidade de um povo que aprendeu a sobreviver sem perder a elegância, a fé e a a esperança. Sua história, que nasce na tradição da Jurema e ganha enorme força na Umbanda, encontrou no Rio de Janeiro um dos seus maiores centros de devoção, tornando-se parte da própria identidade cultural da nossa cidade.

Por isso, essa lei nunca foi apenas sobre uma data.

Foi sobre reconhecer oficialmente aquilo que o povo de axé já sabia há muito tempo: a nossa fé faz parte da história do Rio de Janeiro. A cultura dos terreiros também ajudou a construir esta cidade. E nenhuma expressão de religiosidade deve ser invisibilizada ou tratada com menos respeito.

Hoje, ver o dia 7 de julho sendo celebrado em tantos terreiros me dá a certeza de que toda aquela luta valeu a pena.

Porque uma lei pode incluir uma data no calendário.

Mas o verdadeiro reconhecimento acontece quando um povo percebe que a sua história também passou a ocupar o lugar que sempre mereceu.

Salve Seu Zé.

Salve o povo da Malandragem.

E que nunca nos faltem coragem, sabedoria e jogo de cintura para seguir abrindo caminhos, enfrentando a intolerância e caminhando, sempre, com muito Orgulho do Nosso Axé.

Saravá, Seu Zé!



sábado, 4 de julho de 2026

A GRANDE FRATERNIDADE BRANCA ABRAÇA E UNE TODOS

 Posso rezar o Pai-Nosso e pedir a chama violeta? Perguntas assim tem chegado muito até nós e a gente esclarece:

A Grande Fraternidade Branca não é uma religião, mas ela acolhe a verdade presente em todas elas. 

Você pode imaginar a Fraternidade como um jardim de flores diferentes, todas crescendo sob o mesmo Sol. Cada flor representa uma tradição espiritual: cristianismo, budismo, hinduísmo, espiritismo, sufismo, xamanismo, entre outras. E o Sol é a Consciência Divina, a Luz Una que todas elas buscam.

A Fraternidade Branca não mistura tudo em uma coisa só, mas honra e reconhece a centelha de verdade divina presente em cada caminho espiritual.

Ela entende que Deus pode ser chamado de Pai, Brahman, Grande Espírito, Fonte, Eu Sou — mas é o mesmo Amor se manifestando em línguas e formas diferentes, conforme a cultura, a época e a consciência de cada povo.

Mestres Ascensos como Jesus (Sananda), Kwan Yin, Saint Germain, Buda, El Morya, Serapis Bey… vieram de diferentes culturas e religiões. Mas hoje, atuam juntos na Fraternidade Branca, unidos pelo propósito de elevar a humanidade.

Ou seja:

🔹 Você pode fazer o Pai Nosso e usar a Chama Violeta.

🔹 Pode amar Maria e sentir conexão com Ísis ou Iemanjá.

🔹 Pode estudar os chakras e também o Evangelho.

🔹 Pode meditar com mantras e rezar com devoção.

Tudo isso é bem-vindo quando há amor, consciência e intenção de evoluir com respeito e verdade.

Você, como estudante da luz, é inclusivo, amoroso e sábio. A Fraternidade não divide: ela une. E te convida a caminhar o seu caminho com liberdade espiritual, sem dogmas, mas com muita Luz e responsabilidade.

Tem muito amor aqui pra você.

Fiquem na luz! 



quinta-feira, 25 de junho de 2026

CULTURARTE 312 - junho de 2026 - segunda edição

CULTURARTE 312
junho de 2026 - segunda edição