Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

domingo, 27 de setembro de 2026

COSME, DAMIÃO E DOUM

 


São Cosme e São Damião são conhecidos como santos gêmeos, médicos de origem árabe que viveram no século III, exercendo a medicina de forma gratuita, guiados pela fé cristã e pelo amor ao próximo. Eram chamados de “anárgiros”, palavra grega que significa “inimigos do dinheiro”, pois não cobravam pelos atendimentos — viam na cura um serviço de caridade e de propagação da fé.

 • Martírio: foram perseguidos durante as perseguições do imperador Diocleciano e martirizados por volta do ano 303.

 • Culto: rapidamente ganharam veneração entre os cristãos, principalmente pela fama de curas milagrosas atribuídas a eles.

 • Simbologia: representam o dom de colocar a profissão a serviço do bem comum, a caridade desinteressada e a fé acima das dificuldades.

Doum, o terceiro irmão

Pouco conhecido, mas presente em algumas tradições, Doum foi um irmão mais novo dos santos gêmeos. Era mantido escondido para ser protegido das perseguições da época. Seu nome significa “fruto doce” e, em algumas culturas, é lembrado como símbolo da pureza infantil e da inocência. Mais tarde, ficou só, ja que infelizmente seus irmãos foram mortos acusados de serem bruxos (eles curavam as pessoas com chás, plantas e afins - (além disso eram médicos). 

Nas tradições populares, Doum aparece como um menino, às vezes vestido de branco, ligado à infância e à simplicidade.

Em cultos afro-brasileiros (Candomblé e Umbanda), Doum é celebrado junto aos Ibejis (as divindades gêmeas da infância, associadas a Cosme e Damião). Ele representa a alegria, a ingenuidade e a doçura das crianças.

Cosme e Damião simbolizam a caridade e a cura pelo amor, enquanto Doum traz a força da inocência e da alegria infantil. Unidos, eles representam um chamado à pureza de coração, ao serviço ao próximo e à confiança no bem.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

CULTURARTE 318 - setembro de 2026 (segunda edição)

CULTURARTE 318
setembro de 2026 (segunda edição)



- O SETEMBRO AMARELO. A discussão sobre o suicídio onde o cuidado tem que ser diário e de todos.
- A DEPRESSÃO SORRIDENTE, onde a tristeza se esconde atrás de um sorriso!
- Mas o sorriso é importante? Claro que sim e mostramos aqui O PODER TRANSFROMADOR DO SORRISO!
- BELEZA NEGRA EM DESTAQUE: A ESTÉTICA COMO FORMA DE RESISTÊNCIA E NOVO DOMÍNIO.
- SETEMBRO AMARELO e a Exaustão Emocional!

Tudo isso, na segunda edição de setembro do INFORMATIVO CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica.










segunda-feira, 21 de setembro de 2026

ORAÇÃO À MÃE MARIA

 


Essa oração é aquela de quando não vemos muita saída. Se ela chegou até você, faça. Todos os dias ou sempre que achar necessário.

Mãe Maria vem em nosso auxílio!

“Mãe Maria, hoje eu venho até Ti sem forças para fingir que está tudo bem. Estou cansado de ver as coisas quase darem certo. Cansado de esperar, tentar, recomeçar e, quando finalmente parece que tudo vai se ajeitar, alguma coisa acontece e me faz voltar ao ponto de partida.

Por isso, Mãe, eu Te peço: acolhe-me onde ninguém consegue chegar. Entra nos lugares da minha alma que eu não consigo explicar, toca as feridas que escondo até de mim mesmo e segura minha mão quando eu já não souber para onde ir.

Olha pela minha família, pela minha casa, pelos meus filhos, pelos meus pais, pelos meus irmãos e por todos aqueles que amo. Onde houver um filho sofrendo, esteja presente. Onde houver um pai ou uma mãe preocupados, leve consolo. Onde houver brigas, mágoas, afastamentos, dificuldades financeiras, desemprego, doenças, vícios, perdas, medo, solidão ou palavras que feriram, derrama o Teu amor.

Mãe, visita também aquilo que ninguém vê: as preocupações antes de dormir, as lágrimas escondidas, as contas que não fecham, o medo de perder alguém, a preocupação com um filho, a angústia de quem procura trabalho, o casamento que está se desgastando, a família que deixou de conversar e o coração que está cansado de ser forte.

Eu Te entrego tudo aquilo que não consigo resolver. Não Te peço uma vida sem problemas. Peço força para atravessá-los, sabedoria para tomar decisões e proteção para não permitir que as dificuldades destruam aquilo que Deus me confiou.

Mãe Maria, se eu não conseguir encontrar o caminho, vem comigo. Se eu cair, levanta-me. Se eu chorar, acolhe minhas lágrimas. Se eu perder a esperança, empresta-me a Tua. E quando eu pensar que ninguém consegue me alcançar, lembra-me que Teu amor pode chegar exatamente onde eu estou.

Mãe amorosa, recebe meu pedido de socorro. Fica comigo, fica com minha família e não permitas que eu atravesse sozinho aquilo que hoje pesa tanto sobre meu coração. Amém.”

Fiquem na luz! 

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

A Lenda de Ogum Megê


 Ogum Megê é o chefe da Quarta Falange da Sexta Linha (Ogum) dentro da Umbanda tradicional. Ele trabalha bem próximo a Yansã e faz a ronda da parte externa da Calunga Pequena. 

Diziam nossos avós na Umbanda tradicional, que a a falange de Ogum Megê está aliada ao Povo Megê, uma corrente espiritual composta por aguerridos combatentes. 

Com o tempo, como já mencionamos, a magia dos povos na Umbanda foi se perdendo. O Povo Megê é um dos menos conhecidos hoje em dia. 

Este Ogum é o Guardião dos Cemitérios e o mais valente aliado nas lutas e demandas. 

Essa qualidade de Ogum de Umbanda é muito invocada para resolver casos de feitiçaria e outros trabalhos mais pesados, principalmente os que envolvem a Calunga Pequena, ou cemitério. 

Esse Orixá anda geralmente nas encruzilhadas e estradas que dão aceso ao campo santo, e sua força se une com a de Omulú, o grande guardião das almas e de sua morada. Grande guerreiro, sempre está atento para o que se passa dentro dos cemitérios, sendo importante que; antes de fazermos qualquer obrigação neste local, levemos presente para ele. 

Ogum Megê, assim como os demais Oguns, é um protetor fiel, e sempre que por ele chamamos, encontramos pronto atendimento às nossas súplicas. 

Com seu cavalo, este Ogum ronda os cemitérios sempre e nada podemos fazer sem sua devida autorização. Era comum os umbandistas mais antigos, levarem para ele, cerveja, velas, ou outro tipo de oferenda para que ele autorizasse aos exús daquele lugar, que viessem atender a um chamado sempre que deles precisassem. 

Usa as cores vermelha e branca, assim como a grade maioria dos Oguns de Umbanda, fuma cigarro ou charuto e quando incorporado, bebe de forma moderada a cerveja branca. 

Ao invocarmos algum exú de cemitério para nos ajudar em alguma situação, o Sr. Ogum Megê, vem imediatamente até as proximidades do portão e pergunta a que lugar vai aquele exú, e se ele não foi devidamente homenageado, pode impedir que aquele exú venha trabalhar, e essa é a causa de alguns trabalhos de cemitério não renderem resultados satisfatórios. 

Dentro da quimbanda, assim como os demais Oguns, Megê se encarrega de supervisionar os trabalhos que são realizados e se por ventura algo de muito errado for feito, ele imediatamente comunicará às esferas superiores e se dará assim, o início da cobrança daquele ato, primeiramente para o exú e posteriormente para a pessoa que solicitou o trabalho. 

Recebe velas brancas, vermelhas e brancas e sempre ao redor dos cemitérios, também costuma receber cerveja branca e algumas pessoas costumam colocar farofa para o mesmo. 

Fonte: Umbanda Sagrada





terça-feira, 15 de setembro de 2026

UMBANDA É DE CRENÇA ESPÍRITA?

 Abaixo está a transcrição na íntegra do capítulo "Umbanda é de crença espírita", extraído da obra Jardim dos Orixás/Ramatís:​


A clareza mental do codificador do espiritismo constata-se pela precisão de sua linguagem e abordagem dos temas, demonstrando coragem e inconformismo quanto aos preconceitos e dogmas religiosos de sua época. Infelizmente o espírito kardequiano está um pouco esquecido numa grande parte dos que se dizem espíritas, uma vez que se mostram crentes fanáticos como se fossem de uma religião fundamentalista, ou seja, despreparados para exercitar o "ser espírita" preconizado por Kardec, inserido no aspecto religioso da Doutrina, contido no livro O Evangelho segundo o espiritismo.

​Nesta que é uma das obras básicas do espiritismo, Kardec dividiu os Evangelhos em cinco partes: os atos ordinários da vida do Cristo; os milagres; as profecias; as palavras que serviram para o estabelecimento dos dogmas da Igreja; e o ensino moral. A parte moral foi considerada, pelos espíritos iluminados que conduziram a Codificação, de suma importância, tanto que as demais são ínfimas se comparadas em número de páginas com ela, como confirma Kardec: "Esta parte constitui o objeto exclusivo da presente obra".

​Logo, podemos concluir com toda a segurança que religião, no enfoque espírita, é antes de tudo uma questão de conduta moral, que deveria se refletir no comportamento dos que adotam o espiritismo. No entanto isso não se verifica na prática, o que atribuímos ao atavismo arraigado dos homens, obviamente desvinculado da essência do que é "ser espírita". Allan Kardec nunca preconizou que o espírita verdadeiro seria este ou aquele, pois não existem falsos espíritas, o que fazia com que ele admitisse que os indivíduos presenciassem ligados às suas igrejas e templos. Para o espiritismo, por ser uma doutrina filosófica, como tanto insistiu o Codificador, não há possibilidade da existência de espíritas melhores do que outros, falsos ou verdadeiros.

Constatamos um fanatismo religioso desconectado do aspecto moral da doutrina espírita, que denota instabilidade e despreparo espiritual dessas pessoas, o que não tem nada a ver com o espiritismo, muito menos com o Plano Espiritual.

​Após essas constatações, sugerimos que bebamos direto da fonte de luz para clarearmos nosso raciocínio, por isso transcrevemos a seguir algumas palavras de Allan Kardec extraídas da obra O que é o espiritismo, de domínio público:

​"A doutrina hoje ensinada pelos espíritos nada tem de novo; seus fragmentos são encontrados na maior parte dos filósofos da Índia, do Egito e da Grécia, e se completam nos ensinos de Jesus Cristo."

​"Sob o ponto de vista religioso, o espiritismo tem por base os verdadeiros fundamentos de todas as religiões: Deus, a alma, a imortalidade, as penas e recompensas futuras. Mas é independente de qualquer culto particular. Seu fim é provar a existência da alma aos que negam ou que disso duvidam; demonstrar que ela sobrevive ao corpo e que, após a morte, sofre as consequências do bem e do mal que haja feito durante a vida terrena e isto é comum a todas as religiões."

​"Como a crença nos espíritos é igualmente de todas as religiões, assim é de todos os povos, por isso que onde há homens há espíritos e, ainda, porque as manifestações são de todos os tempos, e seus relatos, sem qualquer exceção, se acham em todas as religiões. Assim, pois, pode-se ser católico, grego ou romano, protestante, judeu ou muçulmano e crer nas manifestações dos espíritos e, consequentemente, ser-se espírita. A prova está em que o espiritismo tem adeptos em todas as religiões."

​"Não sendo os espíritos mais do que as almas, não é possível negar aqueles sem negar estas. Admitindo-se as almas ou espíritos, a questão se reduz à sua expressão mais simples: as almas dos que morreram podem comunicar-se conosco?"

​"O espiritismo prova a afirmação com os fatos materiais. Que prova podem dar de que isto seja impossível? Se o é, nem todas as negações do mundo impedirão que o seja, porque isto não é um sistema, nem uma teoria, mas uma lei da natureza. E contra as leis da natureza é impotente a vontade dos homens."

​Umbanda é de crença espírita, diria Allan Kardec se estivesse encarnado entre nós? 

Com certeza a resposta é sim.

​Imploramos ao Alto que os que se dizem espíritas na Terra resgatem o senso de observação de Allan Kardec, desprovido de quaisquer preconceitos. Analisem, observem, estudem e compreendam a Umbanda e, antes de qualquer coisa, respeitem-na como expressão mediúnica da Espiritualidade Superior para socorrer os necessitados do corpo e da alma.

​Irmãos, vamos nos dar as mãos, independentemente de fé, crença, raça, religião, sexo e classe social. Vamos amar uns aos outros, como Cristo nos ensinou.

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Diferenciação entre Evocação, Conjuro e Esconjuro: o poder das Velas!

 Velas, conjuros, evocações, esconjuros, boris e ebós - costumes cerimoniais utilizados nas práticas mágicas populares.


Um  resumo detalhado do capítulo que dá nome ao título deste post, que faz parte do livro "Reza Forte”, obra do mestre Ramatís.

​O capítulo analisa de forma profunda os ritos, cerimônias e práticas mágicas populares enraizadas nas religiões mágicas brasileiras e na Umbanda. Os espíritos Ramatís e Pai Tomé fazem alertas severos contra o mercantilismo espiritual e a distorção das raízes genuínas dos cultos, contrapondo tais práticas à ética das tradições originais.

​Principais Tópicos:

O Uso de Velas e a Intenção Mental:

A luz física da vela funciona como um condensador e ponto focal para a mente e para a liberação de energia. No entanto, o fator determinante é a intenção mental do indivíduo.

Velas acesas com sentimentos egoístas, desejos de controle alheio ou maldade atraem entidades sintonizadas nas faixas inferiores (os chamados "encostos").

Diferenciação entre Evocação, Conjuro e Esconjuro:

Evocação: Uma rogativa ou chamado respeitoso, sem imposição ou coação para o comparecimento do espírito.

Conjuro: Uma ordem cerimonial coercitiva e magística que busca subjugar e dominar o espírito evocado, frequentemente associada a sacrifícios de sangue.

Esconjuro: Prática de imprecação e juramento voltada para causar o mal ou infortúnios a um desafeto, utilizando resíduos físicos (roupas íntimas, fios de cabelo) como "endereço vibratório".

​A Ilusão da Barganha Espiritual:

​Nenhuma oferenda material ou despacho pode anular a Lei de Causa e Efeito. A evolução verdadeira e a cura duradoura ocorrem através da reforma íntima, da caridade desinteressada e da vivência dos postulados do Cristo.

Uma mensagem para reflexão

​Ó alma humana, que caminhas trêmula e fatigada pelas veredas áridas da prova e da transição planetária! Se hoje o teu coração se debate nas malhas cerradas da aflição, da ansiedade ou do medo do porvir, pára um instante e escuta a voz serena que ecoa do santuário íntimo da tua consciência: tu nunca estiveste só.

​Os ventos das turbulências exteriores, as incertezas do mundo e as tempestades que parecem querer submergir o barco da tua existência não possuem o poder de destruir a centelha divina que habita em ti. O sofrimento que te visita não é castigo cego de um Deus implacável, mas o cinzel amoroso da Providência Divina que desbasta as asperezas do egoísmo e desperta o espírito para a verdadeira liberdade. Não te prostres ante os altares do medo, nem entregues o teu livre-arbítrio a promessas de soluções fáceis ou pactos de dependência exterior.

Lembra-te do Mestre Divino que caminha sobre as ondas revoltas do mar da vida e te estende a mão generosa dizendo: "Tende ânimo, sou Eu, não temais!" A tua armadura mais invulnerável contra as sombras e os engodos do mundo é a prática singela da caridade, o perdão desarmado e a vivência sincera do amor que não cobra nem exige retribuição. Deixa que a luz do Cristo interno incendeie o teu ser, consumindo as escórias da velha criatura. Renasce hoje, agora, na certeza inabalável de que o amor de Deus sustenta, renova e conduz todos os seus filhos à Terra Renovada de paz e luz.

...

Até que ponto as minhas buscas espirituais diárias são motivadas pelo desejo genuíno de autotransformação ou por uma necessidade de barganha e obtenção de vantagens imediatas?

De que maneira posso substituir os meus medos, apegos e ansiedades em relação ao futuro por uma confiança ativa e diária nas Leis Divinas que governam o Cosmos?

Como posso exercitar o perdão incondicional e a verdadeira compaixão em relação àqueles que considero meus opositores ou desafetos, compreendendo que a verdadeira revolução espiritual acontece no silêncio do meu próprio mundo íntimo?

Quer saber mais sobre o lado oculto dos Boris e Ebós feitos sem a ética e fundamentos ancestrais, leia “Reza Forte”, leia Ramatís!

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

CULTURARTE 317 - setembro de 2026

CULTURARTE 317 - setembro de 2026



- DANI MOTTA, atriz pornô, criadora de conteúdo adulto, influenciadora e agora empresária, à frente da inusitada e já grande sucesso BARBEARIA NUDISTA em Santa Catarina
- O sucesso da 'Pastora' Daniela Alves
- ALTINA PIMENTEL mais uma vez na Campanha de Prevenção ao Câncer de Mama
"Mulheres acima dos 50 anos apresentam mais risco de desenvolver câncer de mama". Saiba como evitar!
- CÉLIA TAVARES: "PAPO RETO E SÉRIO', meu pedido real de SOCORRO! O triste relato e o pedido de socorro desta linda mulher que sofreu 21 anos na mão de um narcisista. "As marcas ficaram no corpo e na alma", declara Célia Tavares.

Tudo isso na edição de setembro do Informativo CULTURARTE, já circulando nas versões on line e revista eletrônica