Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

quarta-feira, 9 de março de 2011

FELIZ TODO DIA DAS MULHERES

A amiga leitora pensou que o CULTURARTEEN esqueceu o dia 08 de março?
Claro que não!
Na verdade, nós lembramos do dia 09 de março, 10 de março, 25 de abril, 11 de maio, 31 de julho, 03 de setembro, 31 de dezembro ...

segunda-feira, 7 de março de 2011

MOMENTO DE REFLEXÃO - CONFIDÊNCIAS

Confidências

Existem pais que se esmeram na educação dos seus filhos. Não perdem nenhuma chance. As mínimas coisas, os menores acontecimentos são motivo de ensinamento.

Lemos recentemente o depoimento de um executivo muito bem sucedido.

Ele teve o prazer de ouvir da boca de um amigo: "gosto muito de vir à sua casa. É um lugar onde posso dizer tudo o que quero, com a certeza de que você não passará adiante."

Confessava o executivo que o elogio cabia muito mais à sua mãe do que a ele próprio.

Recordava-se de que, quando tinha mais ou menos oito anos de idade surpreendeu uma amiga de sua mãe em confidências com ela.

Tudo se deu mais ou menos assim:

Ele brincava do lado de fora da janela aberta da sala, enquanto ambas conversavam. A senhora em questão, pesarosa, revelava à sua mãe coisas muito íntimas e sérias a respeito de seu filho.

Como toda criança, ele aguçou os ouvidos o quanto pôde para não perder nenhuma vírgula do relato. E quanto mais baixava a voz a confidente, mais ele estendia as antenas da audição.

Quando a visitante saiu, sua mãe que percebera que ele tudo ouvira o chamou e lhe disse:

- Meu filho, se a Sra. Silva tivesse deixado a sua bolsa aqui, hoje, nós a daríamos a outra pessoa?

Prontamente, ele respondeu: Claro que não!

A mãe prosseguiu:

- Pois o que a Sra. Silva deixou hoje aqui é uma coisa muito mais preciosa do que a sua bolsa. Ela nos contou uma história cuja divulgação poderá prejudicar muita gente.

- Da mesma forma que a bolsa, ela não nos pertence. Por isso, não a podemos transmitir a ninguém. Não a daremos a quem quer que seja. Você compreendeu?

O garoto assentiu com a cabeça. E a lição lhe serviu para a vida. Ele cresceu, cultivando o respeito a confidências de que fosse, eventualmente, o ouvinte. E até mesmo a bisbilhotices, fofocas que um amigo, cliente ou conhecido lhe trouxesse e deixasse em sua sala. Ali mesmo elas morriam. O que lhe valeu o respeito e a confiança de muitos.

Concluía o executivo dizendo que por vezes, ao se surpreender prestes a passar adiante alguma coisa alhures ouvida, imediatamente lembrava-se da bolsa da sra. Silva e fechava a boca.

A vida é feita de oportunidades. A educação no lar é de precioso quilate por ser informal, isto é, não obedecer a rígido currículo, mas se valer das chances que surjam no dia a dia. Por essa razão devem os pais se mostrar sempre atentos, não deixando escapar momento algum propício à edificação.

Quem investe hoje na educação do filho, pode guardar a certeza de que ele poderá partir para longe, singrar os mares, voar pelo mundo, alçar o vôo da notoriedade, mas as lições profundas recebidas no lar permanecerão como roteiro de vida.

Não há quem não recorde, em momento especial de sua vida, as lições que recebeu no berço. Os gestos, as atitudes, as palavras dos pais permanecem vivas, apesar e além do tempo.

Basta que nos demos conta do que se passa conosco mesmos, que já abandonamos o colo dos pais há alguns anos.

Não são os seus exemplos e suas orientações que nos norteiam em muitas decisões? E quantas vezes nos surpreendemos a dizer: "mamãe tinha razão. Bem dizia meu pai."

Você sabia?

Que pessoas célebres lembram com ternura do carinho e das orientações recebidas no lar?

Charles Edison, filho de Tomas Edison, por exemplo, ao escrever a biografia de seu pai falou com ternura das horas em que o gênio brincava com os filhos.

As lições do lar são imorredouras. Gravam-se na mente e no coração dos pequenos e os seguem vida a fora.


ESPECIAL:
CD Momento Espírita - Seleção das Melhores Mensagens - Vol. 17
R$ 17,00
(Do livro: E, para o resto da vida, cap. A bolsa)

MOMENTO DE REFLEXÃO - INVESTIMENTO MORAL

Investimento moral

Você já pensou no que significa investir na moral?

Talvez tenha notado a grandiosidade daqueles que ficaram conhecidos na terra como agentes do bem, e tenha se achado impotente para essas grandes realizações.

No entanto, considerando que moral é a regra de bem proceder, entendemos que investir na moral pode ser mais fácil do que imaginamos, com gestos mínimos que, acumulados, resultam em grande soma.

Quando oferecemos nosso assento, no coletivo, a uma pessoa que precisa mais do que nós, estamos procedendo bem.

Quando não buzinamos e evitamos que algum enfermo ou uma criança que acaba de dormir acorde, agimos bem.

Um comentário maldoso que não levamos adiante, é bem proceder.

Um minuto de atenção a alguém que nos pede uma informação na rua, é pequena parcela de bem que estamos acumulando em nossa moralização.

Um pedaço de papel que ajuntamos na rua, fazendo com que nossa cidade fique mais limpa, é parcela de bem somada em nossa economia moral.

Quando economizamos papel higiênico, água, papel toalha, em banheiros de shoppings ou públicos, em restaurantes ou na empresa onde trabalhamos, estamos agindo no bem.

Se moral é a regra de bem proceder, sempre que procedemos bem, estamos agindo com moralidade.

E agir no bem quer dizer agir com imparcialidade, ou seja, o bem não seleciona, não discrimina, não premia, não faz concessões que o desfigurem.

As horas do dia são as mesmas para todos, mas o que cada um realiza com os minutos é que dá o tom de moralidade ou de imoralidade às ações.

Nós podemos escolher sempre o bem, mesmo nas pequenas atitudes. Isso, ao longo dos anos, nos permitirá acumular uma grande soma de valores que nos garantirá a paz de consciência.

Ao contrário, se optamos sempre pelo mal proceder, geralmente mais fácil, dando vazão ao egoísmo e ao orgulho, acumularemos imensa soma de desgostos e dissabores, tornando-nos uma pessoa amarga e infeliz.

Assim, cada instante de nossa vida é uma oportunidade de investir em nossa moralidade.

E para investir com proveito é necessário o devido esforço para orientar a nossa conduta pela razão.

Fazendo sempre uso da razão para nos conduzir as ações, teremos mais chance de lograr êxito na intenção de bem proceder.

E usar a razão com discernimento, é dar a mesma importância aos interesses de cada indivíduo que será envolvido por aquilo que fazemos.

Agindo assim seremos um agente moralizado, um agente do bem, mas um agente moral lúcido e não piegas que age mais por indução ou temor do que por convicção.

O exame sistemático de tudo o que fazemos, considerando de maneira imparcial os interesses de todos que serão afetados por nossas ações, e optando pela atitude que mais benefícios e menos prejuízos causem a todos, é ser um agente moral consciente.

Ouvir a razão, sempre, e examinar as implicações de nossas atitudes, é desejar uma sociedade melhor, mais justa e mais feliz. Ainda que isso signifique ter que rever algumas convicções prévias.

Saber a melhor maneira de viver é o grande desafio da atualidade.

Se consideramos que as mais notáveis diretrizes de bem viver, jamais superadas por quaisquer teorias, foram as do Sábio de todos os tempos, Jesus, então precisamos rever nossos conceitos.

Não fazer aos outros, o que não gostaríamos que os outros nos fizessem: eis a receita para quem deseja ser um agente moral lúcido.

Fazer aos outros, o que gostaríamos que os outros nos fizessem: eis a chave para ser um agente do bem.

Pensemos nisso!


ESPECIAL:
CD Momento Espírita - Seleção das Melhores Mensagens - Vol. 17
R$ 17,00

Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

quinta-feira, 3 de março de 2011

E SE FOSSE REALMENTE HOJE?

Se hoje fosse...

Sei lá o que aparece na cabeça da gente, mas acredito que deve ter alguma razão, e devemos pensar que : "Tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus."
Então imagine se hoje fosse o último dia de nossas vidas ?!
O que faríamos?
Procurar um amigo , alguém que está de mal, chateado por nossas atitudes?
Procurar fazer o que sempre desejou mas não teve coragem, de repente declarar um grande amor, ou se jogar num vôo lindo de parapente...
O último dia tem que ser diferente não é?
Cumprir nossas vontades, tomar sorvete, comer pizza, mergulhar nas águas geladas do mar, dar uma boa gargalhada, olhar no espelho e admirar toda beleza, dos próprios olhos que contemplaram tantas coisas, da boca que guardou a língua em momentos difíceis e falou demais em outros, admirar os pés que caminhou em tantos lugares que a recordação nem catalogou, olhar para as mãos que acariciaram tantos rostos ou negaram carinho a outros... e procurar não se arrepender, pois não há mais tempo.
Ah! O último dia, o que dá ainda pra fazer pra Deus?
Falar do seu amor, dar testemunho da sua atuação em horas avessas...
Deus maravilhoso esse, que nos concede esperança tal, que vivemos como se o último dia estivesse muito longe e descansamos de nossas vontades, muitas tão simples, outras tão profundas e grandes, mas não impossíveis.
Porque não realizamos nossas vontade? Porque não aproveitamos a vida com qualidade espiritual, física e emocional? Os dias tem tempo determinado, acordamos, dormimos, acordamos de novo e assim vai...
Vivamos hoje nossos sonhos, pois o amanhã está nas mãos de Deus.

Leila Viana

SOBRE O CARNAVAL


"Reconhece-se o verdadeiro Espírita pela sua transformação moral, e pelos esforços que empreende para hoje ser melhor do que ontem, e amanhã melhor do que hoje, sempre domando as suas más inclinações".

Allan Kardec (O Evangelho Segundo o Espiritismo)


“Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”. (Paulo de Tarso, I Cor. 6,12).
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CARNAVAL

O Espírita deve afastar-se de festas lamentáveis, como aquelas que assinalam a passagem do carnaval, inclusive as que se destaquem pelos excessos de gula, desregramento ou manifestações exteriores espetaculares.

A verdadeira alegria não foge da temperança.

Autor: André Luiz (espírito)
Psicografia de Waldo Vieira. Do livro: Conduta Espírita
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SOBRE O CARNAVAL


Nenhum espírito equilibrado em face do bom senso, que deve presidir a existência das criaturas, pode fazer a apologia da loucura generalizada que adormece as consciências, nas festas carnavalescas.

É lamentável que, na época atual, quando os conhecimentos novos felicitam a mentalidade humana, fornecendo-lhe a chave maravilhosa dos seus elevados destinos, descerrando-lhe as belezas e os objetivos sagrados da Vida, se verifiquem excessos dessa natureza entre as sociedades que se pavoneiam com o título de civilização.

Enquanto os trabalhos e as dores abençoadas, geralmente incompreendidos pelos homens, lhes burilam o caráter e os sentimentos, prodigalizando-lhes os benefícios inapreciáveis do progresso espiritual, a licenciosidade desses dias prejudiciais opera, nas almas indecisas e necessitadas do amparo moral dos outros espíritos mais esclarecidos, a revivescência de animalidades que só os longos aprendizados fazem desaparecer.

Há nesses momentos de indisciplina sentimental o largo acesso das forças da treva nos corações e, às vezes, toda uma existência não basta para realizar os reparos precisos de uma hora de insânia e de esquecimento do dever.

Enquanto há miseráveis que estendem as mãos súplices, cheios de necessidade e de fome, sobram as fartas contribuições para que os salões se enfeitem e se intensifiquem o olvido de obrigações sagradas por parte das almas cuja evolução depende do cumprimento austero dos deveres sociais e divinos.

Ação altamente meritória seria a de empregar todas as verbas consumidas em semelhantes festejos, na assistência social aos necessitados de um pão e de um carinho.

Ao lado dos mascarados da pseudo-alegria, passam os leprosos, os cegos, as crianças abandonadas, as mães aflitas e sofredoras. Por que protelar essa ação necessária das forças conjuntas dos que se preocupam com os problemas nobres da vida, a fim de que se transforme o supérfluo na migalha abençoada de pão e de carinho que será a esperança dos que choram e sofrem? Que os nossos irmãos espíritas compreendam semelhantes objetivos de nossas despretenciosas opiniões, colaborando conosco, dentro das suas possibilidades, para que possamos reconstruir e reedificar os costumes para o bem de todas as almas.

É incontestável que a sociedade pode, com o seu livre-arbítrio coletivo, exibir superfluidades e luxos nababescos, mas, enquanto houver um mendigo abandonado junto de seu fastígio e de sua grandeza, ela só poderá fornecer com isso um eloqüente atestado de sua miséria moral.

Emmanuel (espírito)

Psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier em Julho de 1939.

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CARNAVAL

É um grande acontecimento
No caminho emocional
De toda gente que espera
Os dias do Carnaval.

Antes, porém, do sinal
Para o esperado começo
Falarei sobre alguns casos
Dos muitos que já conheço.

Você recorda o Titoni
No violão do Moraes?
O violão voltou, há um ano,
Mas Titoni nunca mais.

Nosso Ivo carpinteiro
Querendo mesa perfeita,
Caiu do segundo andar
Quebrando a perna direita.

Juntaram-se algumas jovens
Dançando ao seu lado,
Uma delas desmaiou,
Eis Alceu desencarnado.

Na festa do Carnaval,
Amigos de projeção,
Rogam a Bênção de Deus,
Pensando em elevação.

Muitas viúvas a enxergam
Esperando alguns vinténs
Que lhes dão ao lar vazio
A paz por melhor dos bens.

Deitou Jim, querendo ver-nos,
Subiu ao grande salão,
Viu alguém furtar-lhe o carro
Mas não fez reclamação.

O doutor reconheceu
Que a hora lhe pertencia
Para ensaiar o perdão
Na caridade por guia.

Maricota fez oferta
Em apoio ao Carnaval,
Levando leite fervente
Resvalou no espinheiral.

Um caso desagradável
Foi da tia Belinha,
Deu pó facial à irmã
Com piolhos de galinha.

Todo vestido de andrajos
Vi nosso médium Gil Flores,
Voltou para a própria casa
Com mais quatro obsessores.

Não sei se você recorda
O nosso amigo Adão Taco;
Ficou em festa seis meses,
Voltou com voz de macaco.

Qual você pode pensar
Na lógica que não erra,
Carnaval é semelhante
À nossa vida na Terra.

Cornélio Pires (espírito)
Livro: Ação, Vida e Luz – Psicografia: Francisco C. Xavier – Espíritos Diversos.
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CARNAVAL


Chegou a hora de um novo carnaval, mas este que vai começar agora não será como os outros. Desta vez, a festa da carne já não será tão caracterizada pelo disfarce das fantasias, com as quais as potências malignas sempre se esmeraram em camuflar e colorir os seus mais temíveis propósitos. As máscaras não são mais tão necessárias, nem mesmo desejáveis. Agora a nudez é a norma, com toda a sua agressiva desfaçatez. Não apenas a nudez de corpos frenéticos, a nudez da carne soberana e sem freios, mas sobretudo a nudez dos pensamentos que se descobrem, acintosamente, sem qualquer pudor, na ostensiva clareza das pretensões mais abjetas.

Neste fim de tempos, com a permissão divina, para a necessária triagem, que vai finalmente separar o joio do trigo, o mal dispensa as velhas armaduras e não teme mostrar-se na completa arrogância da sua fria crueza.

O crime não escolhe mais nem hora, nem meios, nem ambientes, nem vitimas.

A festa que se prenuncia é de carne, mas de carne sangrenta, sofrida e humilhada, de carne em processo de franca decomposição, ainda antes do processo da morte física.

A violência já armou o seu cenário no grande palco do mundo e a função não tardará a começar, Nos bastidores da realidade, já começou, e dentro em pouco a cortina das conveniências será rasgada, para que o drama vingue, infrene, em toda a sua arrasadora plenitude.

A subida dos infernos é como o levantar-se do lodo dos abismos, que tolda todas as águas, antes de cristalina aparência. Não se poderia, no entanto, purificar verdadeiramente os mananciais, sem que o lodo do fundo fosse antes trazido à superfície, para ser então coado.

Os espíritos prevenidos, que tem olhos de ver e ouvidos de ouvir, agirão como aquelas criaturas prudentes a que os Evangelhos se referem, ao invés de deixar-se arrastar pela correnteza das aluviões sem freio e sem rumo.

Depois das orgias e dos excessos, das violências e dos enganosos triunfos da força humana, virão as lágrimas redentoras e as penas merecidas, mas a noite se escoará, com todas as suas amarguras, nas claridades sublimes e definitivas da Nova Era Cristã.

É bem de ver que, para os discípulos leais a Jesus, as horas que se aproximem, tão ansiosamente aguardadas pelos gozadores e pelos velhacos, não serão de festa, mas de vigília, de jejum e de oração, de testemunhos de renúncia e de coragem.

Isso será, porém, altamente compensador, porque é vindo o momento anunciado em que os habitantes dos "vales" devem fugir para os "montes".

Em face da turbulência que se avizinha, nós vos almejamos muita paz ao coração. E enquanto os tambores, os clarins, as balas e os impropérios estiverem poluindo o ar da Terra, que haja no íntimo de nossas almas, a ecoar como música celeste, o som excelso das promessas de amor de Nosso pai.

Áureo (espírito) / psicografia de Hernani Santana
Livro: Correio entre dois mundos
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O Espiritismo
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MENSAGENS DE FÉ

"Deve nutrir-se o coração infantil com a crença, com a bondade, com a esperança e com a fé em Deus." Emmanuel

"A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido." Chico Xavier
"A paz em nós não resulta de circunstâncias externas e sim da nossa tranqüilidade de consciência no dever cumprido." Chico Xavier

"Ninguém tem o destino do sofrimento. Ele é o resultado da ação negativa, jamais a causa." Joanna de Ângelis

"Espírito algum construirá a escada de ascensão sem atender às determinações do auxílio mútuo." Bezerra de Menezes

"Resguarde-se da enfermidade, cultivando a higiene mental.Mente asseada - corpo equilibrado." Marco Prisco

"Se tiver que amar, ame hoje. Se tiver que sorrir, sorria hoje. Se tiver que chorar, chore hoje. Pois o importante é viver hoje. O ontem já foi e o amanhã talvez não venha."
André Luis

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terça-feira, 1 de março de 2011

MENSAGEM DO DR. BEZERRA DE MENEZES

Meus filhos

Que Jesus nos abençoe

A sociedade terrena vive, na atualidade, UM GRAVE MOMENTO MEDIÚNICO no qual, de forma inconsciente, dá-se o intercâmbio entre as duas esferas da vida.

Entidades assinaladas pelo ódio, pelo ressentimento, e tomadas de amargura cobram daqueles algozes de ontem o pesado ônus da aflição que lhes tenham proporcionado.

Espíritos nobres, voltados ao ideal de elevação humana sincronizam com as potências espirituais na edificação de um mundo melhor. As obsessões campeiam de forma pandêmica, confundindo-se com os transtornos psicopatológicos que trazem os processos afligentes e degenerativos.

Sucede que a Terra vivencia, neste período, a grande transição de mundo de provas e de expiações para mundo de regeneração.

Nunca houve tanta conquista da ciência e da tecnologia, e tanta hediondez do sentimento e das emoções. As glórias das conquistas do intelecto esmaecem diante do abismo da crueldade, da dissolução dos costumes, da perda da ética, e da decadência das conquistas da civilização e da cultura…

Não seja, pois, de estranhar que a dor, sob vários aspectos, espraia-se no planeta terrestre não apenas como látego, mas, sobretudo, como convite à reflexão, como análise à transitoriedade do corpo, com o propósito de convocar as mentes e os corações para o ser espiritual que todos somos.
Fala-se sobre a tragédia do cotidiano com razão.

As ameaças de natureza sísmica, a cada momento tornam-se realidade tanto de um lado como de outro do planeta. O crime campeia a solta e a floração da juventude entrega-se, com exceções compreensíveis, ao abastardamento do caráter, às licenças morais e à agressividade.

Sucedem, meus filhos, que as regiões de sofrimento profundo estão liberando seus hóspedes que ali ficaram, em cárcere privado, por muitos séculos e agora, na grande transição, recebem a oportunidade de voltarem-se para o bem ou de optar pela loucura a que se têm entregado. E esses que teimosamente permanecem no mal, a benefício próprio e do planeta, irão ao exílio em orbes inferiores onde lapidarão a alma auxiliando os seus irmãos de natureza primitiva, como nos aconteceu no passado.

Por outro lado, os nobres promotores do progresso de todos os tempos passados também se reencarnam nesta hora para acelerar as conquistas, não só da inteligência e da tecnologia de ponta, mas também dos valores morais e espirituais. Ao lado deles, benfeitores de outra dimensão emboscam-se na matéria para se tornarem os grandes líderes e sensibilizarem esses verdugos da sociedade.

Aos médiuns cabe a grande tarefa de ser ponte entre as dores e as consolações. Aos dialogadores cabe a honrosa tarefa de ser, cada um deles, psicoterapeutas de desencarnados, contribuindo para a saúde geral. Enquanto os médiuns se entregam ao benefício caridoso com os irmãos em agonia, também têm as suas dores diminuídas, o seu fardo de provas amenizadas, as suas aflições contornadas, porque o amor é o grande mensageiro da misericórdia que dilui todos os impedimentos ao progresso – é o sol da vida, meus filhos, que dissolve a névoa da ignorância e que apaga a noite da impiedade.

Reencarnastes para contribuir em favor da Nova Era.

AS VOSSAS EXISTÊNCIAS NÃO ACONTECERAM AO ACASO, FORAM PROGRAMADAS.

Antes de mergulhardes na neblina carnal, lestes o programa que vos dizia respeito e o firmastes, dando o assentimento para as provas e as glórias estelares.

O Espiritismo é Jesus que volta de braços abertos, descrucificado, ressurreto e vivo, cantando a sinfonia gloriosa da solidariedade.

Dai-vos as mãos!

Que as diferenças opinativas sejam limadas e os ideais de concordância sejam praticados. Que, quaisquer pontos de objeção tornem-se secundários diante das metas a alcançar.

Sabemos das vossas dores, porque também passamos pela Terra e compreendemos que a névoa da matéria empana o discernimento e, muitas vezes, dificulta a lógica necessária para a ação correta.

Mas ficais atentos: tendes compromissos com Jesus…

Não é a primeira vez que vos comprometestes enganando, enganado-vos. Mas esta é a oportunidade final, optativa para a glória da imortalidade ou para a anestesia da ilusão.

Ser espírita é encontrar o tesouro da sabedoria.

Reconhecemos que na luta cotidiana, na disputa social e econômica, financeira e humana do ganha-pão, esvai-se o entusiasmo, diminui a alegria do serviço, mas se permanecerdes fiéis, orando com as antenas direcionadas ao Pai Todo-Amor, não vos faltarão a inspiração, o apoio, as forças morais para vos defenderdes das agressões do mal que muitas vezes vos alcança.

Tende coragem, meus filhos, unidos, porque somos os TRABALHADORES DA ÚLTIMA HORA, e o nosso será o salário igual ao do jornaleiro do primeiro momento.

Cantemos a alegria de servir e, ao sairmos daqui, levemos impresso no relicário da alma tudo aquilo que ocorreu em nossa reunião de santas intenções: – as dores mais variadas, os rebeldes, os ignorantes, os aflitos, os infelizes, e também a palavra gentil dos amigos que velam por todos nós.

Confiando em nosso Senhor Jesus Cristo, que nos delegou a honra de falar em Seu nome, e em Seu nome ensinar, curar, levantar o ânimo e construir um mundo novo, rogamos a Ele, nosso divino Benfeitor, que a todos nos abençoe e nos dê a Sua paz.


São os votos do servidor humílimo e paternal de sempre,

Bezerra de Menezes.

(psicografia Divaldo Franco – 13.11.2010 em Los Angeles -www.ceecal.com / contato@ceecal.com)
Muita paz! Edson Tassi