sexta-feira, 12 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
CULTURARTEEN 137 - setembro 2014
CULTURARTEEN 137 - setembro de 2014
- Nathalia Cardoso Bolsanello é a Miss Maricá Teen 2014
- Gleicy Kelly Bernardos é a Miss Saquarema Teen 2014
- As duas estarão na final do Miss Teen Estado do Rio de Janeiro World Queen no dia 08 de setembro no Teatro Raul Cortez em Caxias
- Abertas as inscrições para o concurso A MAIS BELA ESTUDANTE 2014
- Últimos dias de inscrição para o Miss Maricá Plus Size 2014
- O cuidado com a alimentação dos idosos. Dicas do Lar Felizidade
"O lugar para o idoso chamar de seu"
- PR Produções realiza Jornada e Campeonato de Unhas Decoradas no Esporte Clube Mib Festas Maricá
- Dia 11 de setembro tem 1º Clube da Luluzinha da Sexy Unhas e PR Produções, com desfile de lingerie e muitas atrações
- VII Maricanto Encontra foi um sucesso
- As notícias do CEL - Centro Educacional Lagomar
- CEMAS e as atividades de agosto
- Abertas as inscrições para a Escola Pública de Ciências Exatas
- As notícias da Rede Gigio Fitiness
- Misses da PR Produções recebem Moções do Vereador Robson Dutra
- A Independência do Brasil.
- A Lei das Religiões sobre o dinheiro
- A história do Dr. Bezerra de Menezes.
- Ministério da Saúde já disponibiliza a segunda dose da vaciba contra HPV
- Jovens artistas ( Fábio Madureira e Maria Júlia Robinson) de Maricá brilham em musical no Rio de Janeiro.
- Morre a jovem Lohanny Costa.
- A caminhada de Marcelo Delaroli, candidato a Deputado Federal.
- As tendências da coleção Primavera Verão da AFRODITE.
- Supermix completa 3 anos com super ofertas
- A trajetória de Thayná Laisa Moraes - Miss Maricá 2013 até seu primeiro ensaio sensual.
Tudo isso e muito mais na edição de setembro do seu CulturarTEEN, já circulando nas edições impressa e on line
sábado, 30 de agosto de 2014
BEZERRA DE MENEZES
ADOLFO BEZERRA DE MENEZES
Adolfo Bezerra de Menezes
Cavalcanti nasceu em 29 de agosto de 1831 na fazenda Santa Bárbara, no lugar
chamado Riacho das Pedras, município cearense de Riacho do Sangue, hoje
Jaguaretama, estado do Ceará.
Descendia Bezerra de Menezes
de antiga família, das primeiras que vieram ao território cearense. Seu avô
paterno, o coronel Antônio Bezerra de Souza e Menezes tomou parte da
Confederação do Equador, e foi condenado à morte, pena comutada em degredo
perpétuo para o interior do Maranhão, e que não foi cumprida porque o coronel
faleceu a caminho do desterro, sendo seu corpo sepultado em Riacho do Sangue.
Seus pais, Antônio Bezerra de Menezes, capitão das antigas milícias e
tenente-coronel da Guarda Nacional, desencarnou em Maranguape, no dia 29 de
setembro de 1851, de febre amarela; a mãe, Fabiana Cavalcanti de Alburquerque,
nascida em 29 de setembro de 1791, desencarnou em Fortaleza, aos 91 anos de
idade, perfeitamente lúcida, em 5 de agosto de 1882.
Desde estudante, o itinerário
de Bezerra de Menezes foi muito significativo. Em 1838, no interior do Ceará,
conheceu as primeiras letras, em escola da Vila do Frade, estando à altura do
saber de seu mestre em 10 meses.
Já na Serra dos Martins, no
Rio Grande do Norte, para onde se transferiu em 1842 com a família, por motivo
de perseguições políticas, aprendeu latim em dois anos, a ponto de substituir o
professor.
Em 1846, já em Fortaleza, sob
as vistas do irmão mais velho, o Dr. Manoel Soares da Silva Bezerra, conceituado
intelectual e líder católico, efetuou os estudos preparatórios, destacando-se
entre os primeiros alunos do tradicional Liceu do Ceará.
Bezerra queria tornar-se
médico, mas o pai, que enfrentava dificuldades financeiras, não podia
custear-lhe os estudos. Em 1851, aos 19 anos, tomou ele a iniciativa de ir para
o Rio de Janeiro, a então capital do Império, a fim de cursar medicina, levando
consigo a importância de 400 mil réis, que os parentes lhe deram para ajudar na
viagem.
No Rio de Janeiro, ingressou,
em 1852, como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia.
Para poder estudar, dava aula
de filosofia e matemática. Doutorou-se em 1856 pela Faculdade de Medicina do
Rio de Janeiro.
Em março de 1857, solicitou
sua admissão no Corpo de Saúde do Exército, sentando praça em 20 de fevereiro
de 1858, como cirurgião tenente.
Ainda em 1857, candidatou-se
ao quadro dos membros titulares da Academia Imperial de Medicina com a memória
"Algumas considerações sobre o cancro, encarado pelo lado do seu
tratamento", sendo empossado em sessão de 1º de junho. Nesse mesmo ano,
passou a colaborar na "Revista da Sociedade Físico-Química".
Em 6 de novembro de 1858,
casou-se com a Sra. Maria Cândida de Lacerda, que desencarnou no início de
1863, deixando-lhe um casal de filhos.
Em 1859 passou a atuar como
redator dos "Anais Brasilienses de Medicina", da Academia Imperial de
Medicina, atividade que exerceu até 1861.
Em 21 de janeiro de 1865,
casou-se, em segunda núpcias com Dona Cândida Augusta de Lacerda Machado, irmã
materna de sua primeira esposa, com quem teve sete filhos.
Já em franca atividade médica,
Bezerra de Menezes demonstrava o grande coração que iria semear, até o fim do
século, sobretudo entre os menos favorecidos da fortuna, o carinho, a dedicação
e o alto valor profissional.
Foi justamente o respeito e o
reconhecimento de numerosos amigos que o levaram à política, que ele, em
mensagem ao deputado Freitas Nobre, seu conterrâneo e admirador, definiu como
“a ciência de criar o bem de todos”.
Elegeu-se vereador para Câmara
Municipal do Rio de Janeiro em 1860, pelo Partido Liberal.
Quando tentaram impugnar sua
candidatura, sob a alegação de ser médico militar, demitiu-se do Corpo de Saúde
do Exército. Na Câmara Municipal, desenvolveu grande trabalho em favor do
“Município Neutro” e na defesa dos humildes e necessitados.
Foi reeleito com simpatia
geral para o período de 1864-1868. Não se candidatou ao exercício de 1869 a
1872.
Em 1867, foi eleito
deputado-geral (correspondente hoje a deputado federal) pelo Rio de Janeiro.
Dissolvida a Câmara dos Deputados em 1868, com a subida dos conservadores ao
poder, Bezerra dirigiu suas atividades para outras realizações que
beneficiassem a cidade.
Em 1873, após quatro anos
afastados da política, retomou suas atividades, novamente como vereador.
Em 1878, com a volta dos
liberais ao poder, foi novamente eleito à Câmara dos Deputados, representando o
Rio de Janeiro, cargo que exerceu até 1885.
Neste período, criou a
Companhia de Estrada de Ferro Macaé a Campos, que veio proporcionar-lhe pequena
fortuna, mas que, por sua vez, foi também o sorvedouro dos seus bens,
deixando-o completamente arruinado.
Em 1885, atingiu o fim de suas
atividades políticas. Bezerra de Menezes atuou 30 anos na vida parlamentar.
Outra missão o aguardava, esta mais nobre ainda, aquela de que o incumbira
Ismael, não para o coroar de glórias, que perecem, mas para trazer sua mensagem
à imortalidade.
O Espiritismo, qual novo maná
celeste, já vinha atraindo multidões de crentes, a todos saciando na sua missão
de consolador. Logo que apareceu a primeira tradução brasileira de “O Livro dos
Espíritos”, em 1875, foi oferecido a Bezerra de Menezes um exemplar da obra
pelo tradutor, Dr. Joaquim Carlos Travassos, que se ocultou sob o pseudônimo de
Fortúnio.
Foram palavras do próprio
Bezerra de Menezes, ao proceder a leitura de monumental obra: “Lia, mas não
encontrava nada que fosse novo para meu espírito, entretanto tudo aquilo era
novo para mim [...]. Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se achava no Livro
dos Espíritos [...]. Preocupei-me seriamente com este fato maravilhoso e a mim
mesmo dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou mesmo, como se diz
vulgarmente, de nascença”.
Contribuíram também, para
torná-lo um adepto consciente, as extraordinárias curas que ele conseguiu, em
1882, do famoso médium receitista João Gonçalves do Nascimento.
Mais que um adepto, Bezerra de
Menezes foi um defensor e um divulgador da Doutrina Espírita. Em 1883,
recrudescia, de súbito, um movimento contrário ao Espiritismo e, naquele mesmo
ano, fora lançado por Augusto Elias da Silva o “Reformador”, órgão oficial da
Federação Espírita Brasileira e o periódico mais antigo do Brasil, ainda em
circulação. Elias da Silva consultava Bezerra de Menezes sobre as melhores
diretrizes a seguir em defesa dos ideais espíritas. O venerável médico
aconselhava-o a contrapor-se
ao ódio, o amor, e a agir com
discrição, paciência e harmonia.
Bezerra não ficou, porém, no
conselho teórico. Com as iniciais A. M., principiou a colaborar com o
“Reformador”, emitindo comentários judiciosos sobre o Catolicismo.
Fundada a Federação Espírita
Brasileira em 1884, Bezerra de Menezes não quis inscrever-se entre os
fundadores, embora fosse amigo de todos os diretores e sobremaneira, admirado
por eles.
Embora sua participação tivesse sido marcante até então,
somente em 16 de agosto de 1886, aos 55 anos de idade, Bezerra de Menezes,
perante grande público, em torno de 1.500 a 2.000 pessoas, no salão de
Conferência da Guarda Velha, em longa alocução, justificou a sua opção
definitiva de abraçar os princípios da consoladora doutrina.
Daí por diante Bezerra de Menezes foi o catalisador de todo
o movimento espírita na Pátria do Cruzeiro, exatamente como preconizara Ismael.
Com sua cultura privilegiada, aliada ao descortino de homem público e ao
inexcedível amor ao próximo, conduziu o barco de nossa doutrina por sobre as
águas atribuladas pelo iluminismo fátuo, pelo cientificismo presunçoso, que pretendia
deslustrar o grande significado da Codificação Kardequiana.
Presidente da FEB em 1889, ao espinhoso cargo foi
reconduzido em 1895, quando mais se agigantava a maré da discórdia e das
radicalizações no meio espírita, nele permanecendo até 1900, quando
desencarnou.
O Dr. Bezerra de Menezes foi membro da Sociedade de
Geografia de Lisboa, da Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional, da
Sociedade Físico-química, sócio e benfeitor da Sociedade Propagadora das
Belas-Artes, membro do Conselho do Liceu de Artes e presidente da Sociedade
Beneficente Cearense.
Escreveu em jornais como “O Paiz”, redigiu “Sentinela da
Liberdade”, os “Anais Brasilienses de Medicina”, colaborou na “Reforma”, na
“Revista da Sociedade Físico-química” e no “Reformador”. Utilizava os
pseudônimos de Max e Frei Gil.
O dicionarista J. J. F. Velho Sobrinho alinha extensa
bibliografia de Bezerra de Menezes, relacionando para mais de quarenta obras escritas
e publicadas.
São teses, romances, biografias, artigos, estudos,
relatórios, etc.
Bezerra de Menezes desencarnou em 11 de abril de 1900, às
11h30min., tendo ao lado a dedicada companheira de tantos anos, Cândida
Augusta.
Morreu pobre, embora seu consultório estivesse cheio de uma
clientela que nenhum médico queria; eram pessoas pobres, sem dinheiro para
pagar consultas. Foi preciso constituir-se uma comissão para angariar donativos
visando a possibilitar a manutenção da família. A comissão fora presidida por Quintino
Bocayuva.
Por ocasião de sua morte, assim se pronunciou Leon Denis, um
dos maiores discípulos de Kardec: “Quando tais homens deixam de
existir, enluta-se não somente o Brasil, mas os espíritas de todo o mundo”.
Fonte: Texto incluído nas obras que integram a Coleção
Bezerra de Menezes, publicada pela FEB.
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
A NATUREZA DA MATÉRIA
Spinoza,
Lao-tsé e natureza da matéria
Paiva Netto
Na página
“Ciência e Fé na trilha do equilíbrio”, explanei sobre Baruch Spinoza
(1632-1677), autor de amplos sistemas metafísicos que influenciaram e
influenciam grandes pensadores. “Ignoro por que a matéria deva ser indigna da
natureza divina, já que fora de Deus não pode existir nenhuma substância dotada
de natureza divina... Por isso, de forma alguma se pode asseverar que... a
substância extensa... é indigna da natureza divina, desde que eterna e infinita”,
destacou o famoso filósofo.
Em minha
coluna, datada de 29 de abril de 1993, escrevi que, durante muito tempo, a
matéria foi considerada obstáculo ao Espírito. Contudo, agora deixará de ser, à
medida que percebermos e respeitarmos sua função superior. (...)
O malefício
não se encontra na matéria, ou no que dela restou depois da reforma da Ciência
Física instituída por Einstein (1879-1955), mas no uso que dela fizermos.
O mal, que
ainda dificulta aos cérebros excessivamente céticos vislumbrar os mais extensos
horizontes na esfera do Espírito, é querer apenas aceitar os fatos do ponto de
vista físico absoluto. Não querem admitir, nem mesmo como argumento, que o
“Tudo”, na verdade, está submetido à ação de Sublimes Poderes, que nos colocam
em postura distinta da que têm como probabilidade legítima, visto que a
perspectiva restrita à matéria, no entanto, não passa de enorme delírio, ao
contrário do que alguns pensam da visão espiritual da Ciência. O que se
compreende como inexistente é o real. (...) A respeito do assunto, comenta o
físico Juliano Carvalho Bento, que me honra com a sua leitura e audição: “A
Ciência hoje prova que podemos observar no ‘nada’ físico, ou seja, no vácuo
absoluto (que por si só já não é possível detectar na Natureza por somente existir
em condições ideais), a existência de um resíduo de energia que, pela física
clássica ou newtoniana, não pode ocorrer. Isso só foi possível verificar com o
advento da Mecânica Quântica, pois, se esse vácuo total existisse, estaria
contrariando o Princípio da Incerteza de Heisenberg (um dos pilares da física
dos quanta), que evidencia que sempre deve existir uma energia mínima no cosmos.
Uma comprovação desse fato se deu com o chamado efeito Casimir, no qual se
detectou que duas placas metálicas paralelas neutras no vácuo se atraem pelo
fato de surgir uma força proveniente desta energia do vazio. O suposto ‘nada’
esconde muita coisa. Como assegura Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino
Estadista, em Seu Evangelho, segundo Mateus, 10:26: ‘(...) nada há encoberto,
que não venha a ser revelado; nem oculto, que não venha a ser conhecido’”.
ATUAÇÃO DO INVISÍVEL
NO VISÍVEL
No “Tao Te
Ching”, também chamado de “O Livro do Caminho e da sua Virtude”, o filósofo
chinês Lao-tsé (570-490 a .C.)
ensinou:
“Trinta
raios convergentes no centro,/ Tem uma roda,/ Mas somente os vácuos entre os
raios/ É que facultam seu movimento./ O oleiro faz um vaso, manipulando a
argila,/ Mas é o oco do vaso que lhe dá utilidade./ Paredes são massas com
portas e janelas,/ Mas somente o vácuo entre as massas/ Lhes dá utilidade –/
Assim são as coisas físicas,/ Que parecem ser o principal,/ Mas o seu valor
está no metafísico”.
O tema é
realmente instigante e nos leva a exalçadas reflexões sobre a existência humana
e o papel que desempenhamos na contextura do Universo.
José de
Paiva Netto — Jornalista, radialista e escritor.
domingo, 10 de agosto de 2014
MATÉRIA E ESPÍRITO
Saiba o verdadeiro significado destas duas palavras.
A matéria é passageira, efêmera.
O espírito é eterno, é Divino!
A matéria é passageira, efêmera.
O espírito é eterno, é Divino!
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
CULTURARTEEN 136 - agosto 2014
CULTURARTEEN 136 - agosto de 2014
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domingo, 20 de julho de 2014
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