Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

RELIGIÕES

"Para mim, as diferentes religiões são lindas flores, provenientes do mesmo jardim. Ou são ramos da mesma árvore majestosa. Portanto, são todas verdadeiras".
A frase que você acabou de ouvir foi dita por uma das mais importantes personalidades do século vinte: o Mahatma Gandhi.
Veja quanta sabedoria nas palavras do homem que liderou a independência da Índia sem jamais recorrer à violência!
Nos tempos atuais, são raros os que realmente têm uma posição como a de Gandhi, que manifestava um profundo respeito pela opção religiosa dos outros.
Muitas pessoas acreditam que sua religião é superior às demais. Acreditam firmemente que somente elas estão salvas, enquanto todos os demais estão condenados.
Pouquíssimas pensam na essência da mensagem que abraçam, já que estão muito preocupadas em converter almas que consideram perdidas.
E, no entanto, Deus é Pai da Humanidade inteira. Todos nós temos a felicidade de trazer, em nossa consciência, o sol da Lei Divina. Ninguém está desamparado.
De onde vem, então, essa atitude preconceituosa, exclusivista, que nos afasta de nossos irmãos?
Vem de nosso pensamento limitado e ainda egoísta. Quase sempre o homem acredita que tem razão.
Imagina que suas opiniões, crenças e opções são as melhores. Você já notou que a maior parte das pessoas acha que tem muito a ensinar aos outros?
É que, em geral, as pessoas quase não se dispõem a ouvir o outro: falam sem parar, dão opiniões sobre tudo, impõem sua opinião.
São almas por vezes muito alegres, expansivas, que adoram brincar. Chamam a atenção pela vivacidade, pelos modos espalhafatosos, pelas risadas contagiantes e pelas conversas em voz alta.
Mas são raras as vezes em que param para escutar o que o outro tem a dizer.
São como crianças um tanto egoístas, para quem o Mundo está centrado em si ou na satisfação de seus interesses.
É uma atitude muito semelhante a que temos quando acreditamos que o outro está errado, simplesmente por ser de uma religião diferente. É que não conseguimos parar de pensar em nossas próprias escolhas.
Não estudamos a religião alheia, não nos informamos sobre o que aquela religião ensina, que benefícios traz, quanta consolação espalha.
Se estivéssemos envolvidos pelo sentimento de amor incondicional pelo próximo, seríamos mais complacentes e mais atentos às necessidades do outro.
E então veríamos que, na maioria dos casos, as pessoas estão muito felizes com sua opção religiosa.
A nossa religião é a melhor? Sim, é a melhor. Mas é a melhor para nós.
É óbvio que gostamos de compartilhar o que nos faz bem. Ofertar aos outros a nossa experiência positiva é uma atitude louvável e natural.
Mas esse gesto de generosidade pode se tornar inconveniente quando exageramos.
Uma coisa é ofertar algo com espírito fraternal, visando o bem. Mas diferente quando desejamos impor aos demais a nossa convicção particular.
Se o outro pensa diferente, respeite-o! Ele tem todo o direito de fazer escolhas. Quem de nós lhe conhece a alma? Ou a bagagem espiritual, moral e intelectual que carrega?
Deus nos deu nosso livre arbítrio e o respeita. Por que não imitá-Lo?
Enquanto não soubermos amar profundamente o próximo, respeitando-lhe as escolhas, não teremos a atitude de amor ensinada por todas as religiões e pelos grandes Mestres da Humanidade.

Texto da Redação do Momento Espírita.

A VINGANÇA

Você considera a vingança como um ato de coragem ou de covardia?
Algumas pessoas acreditam que a vingança é uma demonstração de grande coragem. Afinal de contas não se pode tolerar uma afronta sem se rebaixar.
Pensam que a tolerância e a indulgência seriam prova de fraqueza ou de covardia.
Todavia, temos de convir que o ato de vingar-se jamais constitui prova de coragem.
Geralmente, quando buscamos revidar uma ofensa o fazemos movidos pelo medo do agressor ou da opinião pública.
Não importa que a nossa consciência nos acuse de covardia ou indignidade, o que nos interessa é que a sociedade não nos julgue assim.
O mesmo não ocorre com relação ao ato de perdoar. O perdão, sim, exige do ofendido muita coragem e dignidade.
Enquanto a vingança é uma ladeira fácil de descer, o perdão é uma ladeira difícil de subir.
Algumas pessoas costumam enfrentar corajosamente os mais graves perigos, mas sentem-se impotentes para tolerar uma pequena ofensa.
Escalam, com ousadia, altas montanhas, saltam de pára-quedas desafiando as alturas, enfrentam animais ferozes, aceitam os desafios do trânsito, navegam em mar revolto com bravura, mas não conseguem suportar um mínimo golpe da injustiça.
Dão grande prova de coragem em alguns pontos, mas não relevam a investida da ingratidão, da calúnia, do cinismo, da falsidade, da infidelidade.
Realmente fortes são aqueles que conseguem conter-se diante de uma agressão.
A verdadeira fortaleza está nas almas que não se descontrolam quando são ofendidas.
Que não se impacientam quando são incomodadas.
Que não se perturbam, quando são incompreendidas.
Que não se queixam, quando são prejudicadas.
Verdadeira coragem é aquela de que o Cristo nos deu o exemplo.
Ele sofreu a ingratidão daqueles a quem havia ajudado, enfrentou o cinismo dos agressores, foi ultrajado, caluniado, cuspiram-Lhe no rosto e O crucificaram, e Ele tomou uma única atitude: a do perdão.
Por várias vezes, em sua passagem pela terra, o Homem de Nazaré teve motivos de sobra para revidar ofensas, mas sempre optou pela dignidade de calar-se.
Diante das agressões recebidas, o Meigo Rabi da Galiléia passava lições grandiosas, como aconteceu com soldado que O esbofeteou quando estava de mãos amarradas.
Sem perder a serenidade habitual, o cristo olhou-o nos olhos e lhe perguntou: "se eu errei, aponta meu erro, mas se não errei, por que me bates?"
Essa é a atitude de uma alma verdadeiramente grande.
Pense nisso!
Se Jesus tivesse parado em meio à caminhada do Gólgota, largado a cruz injusta do suplício, para se voltar contra Seus agressores e exercer sobre eles o direito de vingança, certamente não teria passado à posteridade como Modelo de perfeição e de amor.
Pense nisso!

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. 15 do livro Primado do Espírito, de Rubens Romanelli.


O HOMEM FELIZ

Narra antiga lenda que, certa vez, um rei adoeceu gravemente e à medida que o tempo passava seu estado piorava.
Os médicos tentaram de tudo, mas nada parecia funcionar. Estavam a ponto de perder a esperança quando a velha criada falou:
Eu sei uma forma de salvar o rei. Se vocês puderem encontrar um homem feliz, tirar-lhe a camisa e vesti-la no rei, ele se recuperará.
Ao ouvir tal afirmativa, o rei enviou seus mensageiros a todos os cantos do reino a procura de um homem feliz.
Eles cavalgaram por todos os lugares e não encontraram um homem feliz. Ninguém estava satisfeito; todos tinham uma queixa a fazer.
Aquele alfaiate estúpido fez as calças muito curtas! Ouviram um homem rico dizer.
A comida está péssima. Este cozinheiro não consegue fazer nada direito! Outro reclamava.
O que há de errado com os nossos filhos? Resmungava um pai insatisfeito.
O teto está vazando!
A situação financeira está péssima!
Será que o governo não pode dar um jeito nessa situação?
Essas e outras tantas queixas eram o que os mensageiros do rei ouviram por onde passaram.
Se um homem era rico, não tinha o bastante; se não era rico, era culpa de alguém.
Se era saudável, havia uma sogra indesejável em sua vida. Se tinha uma boa sogra, a gripe o estava infelicitando.
Enfim, naquele reino todos tinham algo do que reclamar.
O rei já tinha perdido a esperança de ficar bom quando numa noite seu filho cavalgava pelos campos e, ao passar perto de uma cabana, ouviu alguém dizer:
Obrigado, Senhor! Concluí meu trabalho diário e ajudei meu semelhante. Comi meu alimento, e agora posso deitar-me e dormir em paz. O que mais poderia desejar, Senhor?
O Príncipe exultou de felicidade por ter, finalmente, encontrado um homem feliz.
Retornou e mandou que seus homens fossem até lá e levassem a camisa do homem ao rei e lhe pagassem o quanto pedisse.
Mas quando os mensageiros do rei entraram na cabana para levar a camisa do homem feliz, descobriram que ele era tão pobre que sequer possuía uma camisa.
* * *
O hábito de reclamar está tão arraigado em nossa vida que, se não temos motivos de queixa, muitos de nós ficamos sem assunto.
Isso se deve ao fato de não valorizarmos devidamente tudo o que temos.
Embora saibamos que a felicidade plena não é possível no atual estágio evolutivo da Terra, poderemos encontrar muitos motivos de alegria e contentamento, conforme o homem feliz que morava na cabana singela e que não possuía sequer uma camisa para se vestir.
* * *
A maior felicidade de nossa alma virá no dia em que nos sentirmos integrados no amor Divino, como a gota d´água dentro do oceano.

Redação do Momento Espírita com base no cap. O rei e a camisa, de O livro das virtudes, v. 2, de William J. Bennett, ed. Nova Fronteira e no verbete Felicidade, do livro Dicionário da alma, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed.Feb.


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

CULTURARTEEN 128 - dezembro 2013

CULTURARTEEN 128 - dezembro de 2013

Culturarteen comemora seu nono aniversário com uma edição especial
- THAYZA CASSUCE É A VENCEDORA DO BELEZA NEGRA 2013
- Tudo sobre os XV FESTIVAL NACIONAL DE VOZ E VIOLÃO que consagrou Riko Doriléo, Aldo Correa e Jô Borges
- Projeto ARTE NA ESTRADA foi um sucesso
- Abertas as inscrições para o MUSA DE MARICÁ 2014
- Super ofertas para seu Natal
- Dia 15 tem FEBRINQ 2013 com muitas atrações
- Dia 23, mais uma Noite Maluca da Riquinho, com a presença de Papai Noel
- Internet está afastando casais de relações sexuais
- Gordinhas fazem sucesso no mundo da moda e nos concursos
- Projeto Pedala Maricá acontece às quintas feiras
Tudo isso e muito mais na edição de dezembro doseu CULTURARTEEN já circulando nas edições impressa e on line






terça-feira, 26 de novembro de 2013

CULTURARTEEN 127 - novembro 2013

CULTURARTEEN 127 - novembro 2013

Confira nesta edição do CULTURARTEEN de novembro:
- Maio não é mais o mês das Noivas?
- Patrícia Olegario é a Miss Maricá Plus Size 2013. Saiba tudo sobre o concurso e sobre o Miss Plus Size Carioca dia 23 de novembro no Rio de Janeiro.
- Abertas as inscrições para o GAROTA MARICÁ 2013 e BELEZA NEGRA 2013
- Conheça o Grupo Humanos e fique sabendo sobre a 1ª Marcha GLBT de Maricá, dia 01 de dezembro
- Alunos do C.E. Francisco José fazem bonito nos Jogos Estudantis de Maricá
- BitFit chega em Maricá com nova proposta de roupas fitness e moda praia
- Saiba como superar a pertubação
- E saiba também como escolher a melhor escola para  seus filhos.
NESTA EDIÇÃO, VOCÊ TERÁ ENCARTADO O JORNAL BARÃO DE INOHAN edição 90
Essas e outras notícias e matérias na edição de novembro do seu CULTURARTEEN, já circulando nas versões impressa e on line








terça-feira, 19 de novembro de 2013

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

AMOR EM FAMÍLIA

Amor em família
Ele nasceu no ano de 1961, durante o governo de Mao Tsé Tung. Sexto filho de um total de sete.
A hora das refeições era sempre triste, conta ele. Porque sua mãe, muitas vezes, não tinha o que cozinhar.
Inhame seco era a base da alimentação pela maior parte do ano.
Ocasionalmente, havia pão de milho e farinha, artigos especiais e, por isso, guardados para oferecer a visitas importantes.
À hora das refeições, as sete crianças ficavam esperando que o pai começasse a comer.
Comiam inhames secos, cozidos na água ou no vapor, dia após dia, mês após mês, ano após ano.
Depois da primeira mordida do pai é que eles se serviam. Os pais comiam bem devagar, para que sobrasse mais comida para os filhos.
A mãe dizia aos filhos que deixassem a melhor porção para o pai, pois era ele quem garantia o sustento.
Mas o pai sempre arranjava desculpas e pedia que deixassem a melhor porção para a mãe.
Não fosse ela, enfatizava, nada teriam para comer senão "vento noroeste".
Raramente comiam carne. Uma vez por mês, após enfrentar longas filas, podiam comprar um pedaço de porco gordo.
E Li Cunxin narra, em suas memórias, que numa tarde, sua mãe o mandou comprar carne no açougue da comuna onde moravam.
As filas eram enormes. Três filas. Ele esperou mais de uma hora e finalmente conseguiu comprar um pedaço pequeno de carne gorda de porco.
Saiu a correr e a saltar de felicidade por sua conquista.
Sua mãe cortou a carne em pedaços pequenos, igualmente feliz pela gordura que iria durar, com certeza, um bom tempo.
Naquela noite, quando foi servida a carne com acelga, todos podiam ver o óleo precioso flutuando no molho.
Um dos meninos encontrou um pedaço de carne de porco em sua porção.
Sem pestanejar, colocou no prato do pai. Este repassou imediatamente a carne para o prato da mãe.
Ela devolveu, dizendo:
Não seja tolo! Fiz a comida especialmente para você. Você precisa ficar forte para trabalhar!
Próximo ao pai, estava o filho mais novo. O pai olhou para ele, chamou-o pelo nome e disse:
Deixe-me ver os seus dentes.
Antes que alguém pudesse dizer alguma coisa, ele colocou o pedaço de carne de porco na boca do filho.
O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelo longo suspiro da mãe.
Sempre era assim. Um raro pedacinho de carne em uma tigela de vegetais era passado de um para outro.
Os olhos famintos pediam mais. Mas nunca falavam. Todos sabiam que era difícil conseguir comida.
Não havia mais, simplesmente. E os pais não sabiam de onde viria a próxima refeição.
Assim era a vida naquela família, onde o pai trabalhava da madrugada ao entardecer, por miserável pagamento mensal.
Onde a mãe lavava, limpava, cozinhava, costurava e ainda ia trabalhar no campo, para conseguir um pouco mais de recursos.
* * *
Cuidado uns com os outros º é isso que o fato narrado nos ensina.
Será que em nosso lar estamos passando esses valores para nossos filhos: de se preocuparem com o irmão, conosco, seus pais?
Lendo a história da miséria vivida por Li Cunxin, podemos pensar que jamais seremos tão pobres, a ponto de disputar o alimento.
Não importa. O importante a ressaltar é que cultivemos o amor.
Esse amor que se demonstra em pequenos gestos, em preciosas doações.
Pode ser ofertar uma flor, um doce, um mimo. Pode, com doçura se resumir em fitar nos olhos o outro e perguntar:
Você está muito cansado? Como foi o seu dia? Que posso fazer para você se sentir melhor?
Pense nisso.
Redação do Momento Espírita com base no cap. 1 do livro Adeus, China - o último bailarino de Mao, de Li Cunxin, ed. Fundamento.