Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

domingo, 11 de setembro de 2011

TENHAMOS PAZ

TENHAMOS PAZ

“Tende paz entre vós.” – Paulo. (I Tessalonicenses, 5:13).

Se não é possível respirar num clima de paz perfeita, entre as criaturas, em face da ignorância e da belicosidade que predominam na estrada humana, é razoável procure o aprendiz a serenidade interior, diante dos conflitos que buscam envolvê-lo a cada instante.

Cada mente encarnada constitui extenso núcleo de governo espiritual, subordinado agora a justas limitações, servido por várias potências, traduzidas nos sentidos e percepções.

Quando todos os centros individuais de poder estiverem dominados em si mesmos, com ampla movimentação no rumo do legítimo bem então a guerra será banida do Planeta.

Para isso, porém, é necessário que os irmãos em humanidade, mais velhos na experiência e no conhecimento, aprendam a ter paz consigo.

Educar a visão, a audição, o gosto e os ímpetos representa base primordial do pacifismo edificante.

Geralmente, ouvimos, vemos e sentimos, conforme nossas inclinações e não segundo a realidade essencial.
Registramos certas informações, longe da boa intenção em que foram inicialmente vazadas, e, sim, de acordo com as nossas perturbações internas. Anotamos situações e paisagens com a luz ou com a treva que nos absorvem a inteligência. Sentimos com a reflexão ou com o caos que instalamos no próprio entendimento.

Eis porque, quanto nos seja possível, façamos serenidade em torno de nossos passos, ante os conflitos da esfera em que nos achamos.

Sem calma, é impossível observar e trabalhar para o bem.

Sem paz, dentro de nós, jamais alcançaremos os círculos da paz verdadeira.

Emmanuel (espírito)
Psicografia de Chico Xavier. Do livro: Pão Nosso
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É contra-senso desfazer-se o servidor da Boa Nova em lamentações que não encontram razão de ser.
Amarguras, perseguições, calúnias, brutalidade, desentendimento? São velhas figurações que atormetam as almas na Terra. A fim de contribuir na extinção delas é que o Senhor nos chamou às suas fileiras. Não as alimentes, emprestando-lhes excessivo apreço.
O cristão é um ponto vivo de resistência ao mal, onde se encontre.
Pensa nisto e busca entender a significação do verbo suportar.
Não olvides a obrigação de servir com Jesus.
É para isto que fomos chamados.


Emmanuel (espírito)
Psicografia de Chico Xavier. Do livro: Pão Nosso
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SUSTENTAÇÃO

Por maior que seja a prova,

Não te afastes de Deus.

Pode a estrada ser fria,

No entanto, Deus te aquece.

Sentes que há sombra em torno,

Deus, porém, te ilumina.

Se te notas sem força,

Eis que Deus te sustenta.

Nos piores conflitos,

Deus se te faz descanso.

Não desista do bem.

Deus não te faltará.

Emmanuel (espírito), psicografia de Chico Xavier. Livro: Tocando o Barco
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MANSOS

Aqui, a impiedade ao passar deixou profundos sulcos e o triunfo, agora, adorna a cabeça do déspota que vive indiferente à sorte do próximo.
Ali, o poder fez morada, no lar de verdugo cruel, acostumado a perseguir.
Adiante, os maus conseguem aplausos, recepcionados pela afabilidade geral entre sorrisos e festas.
Tens, assim, a impressão de que a Terra está convertida num covil de salteadores e que a honra, incompreendida, silenciou sua voz, sendo substituída pelo descalabro moral.
Diante das facilidades de que tantos se utilizam e que estão ao teu alcance, indagas: Não será loucura permanecer no posto a que me atenho?
E confrontas: alguém que te parecia a personificação do equilíbrio foi arrastado vilmente pela cobiça e o erro; outrem de valor aos teus olhos, revelou-se de inopino servo de interesses subalternos, mostrando-se vassalo de paixões animalizantes…
Nubla-se tua visão, afliges-te intimamente e concluis que o melhor a fazer é segui-los…
Refaze, porém, os painéis morais de tua mente.
Deixa-te afagar pela brandura e pacifica-te.
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O macrocosmo é constituído de átomos que são, por sua vez, universos miniaturizados.
A floresta impenetrável é dependência do filete dágua que lhe alimenta as raízes, no imo da terra.
O Sol imponente gasta-se enquanto consome massa em energia.
A vida moral e espiritual na Terra, do mesmo modo, é serva das mil insignificâncias nobres de que o Senhor se serve para a construção do melhor.
É imperioso que permaneças no posto do bem servir.
Deus, é verdade, não tem pressa.
Apesar disso tens infinito caminho a percorrer na senda evolutiva.
Cuida, desde agora, de exercitar a mansuetude e a cordura.
Se o Orbe fosse o paraíso dos pacíficos, a mansuetude dos justos seria lugar comum.
Por isso se faz necessário que dilates os tesouros da benignidade e da paciência.
As transformações sócio-econômicas-morais que se prevêem, começarão dentro de cada espírito afervorado à causa da justiça.
A humanidade começa na célula-homem.
Dá começo ao programa do mundo feliz, hoje e agora, vivendo-o em ti mesmo.
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Porque fosse difícil, no jogo falaz das ansiedades humanas, a permanência nos altos postulados da vida cristã é que o Mestre, com sabedoria e propriedade, considerando os obstáculos a transpor entre tantas tentações, nos animou com elevado prêmio, informando: Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a Terra.

Joanna de Ângelis (espírito), psicografia de Divaldo Franco. Livro: Dimensões da Verdade.

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O Espiritismo
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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

PAIVA NETO - LBV

Independência e Novo Mandamento

Paiva Netto

Foi num 7 de Setembro, ano de 1959, que o jornalista e radialista Alziro Zarur (1914-1979) fez, em Campinas/SP, no Hipódromo do Bonfim, a Proclamação do Novo Mandamento de Jesus.
O dia escolhido por ele não poderia ser mais apropriado. Quando se comemora a independência política de nosso país, necessário se torna, firmado no espiritualmente revolucionário Mandamento Novo do Cristo Ecumênico, o Sublime Estadista, convidar a população também a refletir sobre os preceitos apresentados por Jesus, estrutura pela qual podemos construir um mundo novo. Por quê?! Porque o governo da Terra começa no Céu. Não parece, mas é.

Tratado Divino
Toda nossa labuta nas Instituições da Boa Vontade, por um Brasil melhor e por uma Humanidade mais feliz, fundamenta-se neste Tratado do Novo Mandamento de Jesus, consoante o Seu Evangelho segundo João, 13:34 e 35; 15:12 a 17 e 9: “Novo Mandamento vos dou: Amai-vos como Eu vos amei. Somente assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos, se tiverdes o mesmo Amor uns pelos outros. (...) O meu Mandamento é este: que vos ameis como Eu vos tenho amado. Não há maior Amor do que doar a própria Vida pelos seus amigos. E vós sereis meus amigos se fizerdes o que Eu vos mando. E Eu vos mando isto: amai-vos como Eu vos amei. Já não mais vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor. Mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto aprendi com meu Pai vos tenho dado a conhecer. Não fostes vós que me escolhestes; pelo contrário, fui Eu que vos escolhi e vos designei para que vades e deis bons frutos, de modo que o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vos conceda. E isto Eu vos mando: que vos ameis como Eu vos tenho amado. Porquanto, da mesma forma como o Pai me ama, Eu também vos amo. Permanecei no meu Amor”.

Súplica especial
Ó Jesus, cuja misericórdia nos sustenta! É um conforto para os Teus servidores fiéis saber que Tu nos escolheste. Então, urge corresponder à Tua escolha. E ela tem sido para que sigamos pelo mundo e realizemos bons frutos, “de modo que o nosso fruto permaneça”. Que revelação importante! Enaltecedora para os fiéis, os que se conservarem desse modo – “a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome (Jesus), Ele vos conceda”. Está aqui o segredo do nosso trabalho, da nossa perseverança, para que mereçamos estas palavras do Educador Celeste.
Tu disseste: “Porquanto, da mesma forma como o Pai me ama, Eu também vos amo” – e em seguida Tu fazes um pedido. Imaginemos nós o Supremo Governante da Terra descendo até a nossa qualidade de espírito, tão inferior à Dele, e rogando pelo nosso próprio bem-estar físico e espiritual: “Permanecei no meu Amor!”.

Prece do Pai-Nosso
Agora, vamos orar a Prece Ecumênica de Jesus, a Oração do Senhor deste planeta, que se encontra no Seu Evangelho segundo Mateus, 6:9 a 13.
Minhas irmãs e meus irmãos, minhas amigas e meus amigos, todos podem rezar o Pai-Nosso. Ele não se encontra adstrito a crença alguma, por ser uma oração universal, consoante o abrangente Espírito do Cristo Ecumênico. Qualquer pessoa, até mesmo ateia (por que não?!), pode proferir suas palavras sem sentir-se constrangida. Não somos todos herdeiros de Deus? E nessa prece é o filho que se dirige ao Pai, ao crer na existência misericordiosa Dele, ou é o ser humano a dialogar com a sua elevada condição, quando disso se apercebe, de criatura vivente. Trata-se da Prece Ecumênica por excelência:

“Pai Nosso, que estais no Céu (e em toda parte ao mesmo tempo), santificado seja o Vosso Nome. Venha a nós o Vosso Reino (de Justiça e de Verdade). Seja feita a Vossa Vontade (e humildemente dizemos: jamais a nossa vontade, visto que ainda estamos aprendendo a tê-la em plenitude) assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia dai-nos hoje (o pão transubstancial, a comida que não perece, o alimento para o Espírito; porque o pão para o corpo, iremos consegui-lo com o suor do nosso rosto). Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoarmos aos nossos ofensores. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal, porque Vosso é o Reino, e o Poder, e a Glória para sempre. Amém”.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

AMOR COM OS IDOSOS

Têm-se falado muito a respeito da qualidade de vida. Fazem-se comparações entre o passado e o presente. Fala-se das conquistas médicas, que possibilitam uma perspectiva maior de vida, do conforto que a tecnologia proporciona.

Tudo está correto. Contudo, estamos nos esquecendo de olhar para outro lado.
Referimo-nos aos idosos que são deixados nos asilos, nas clínicas de repouso ou mesmo em dependências específicas do lar, entregues à ociosidade, ao não fazer nada.
Consideram alguns que basta ao idoso ter alimentação, estar asseado, ter um lugar para sentar, outro para dormir.
Estamos nos esquecendo de que são seres humanos, que foram produtivos até ontem.
Foram jovens, amaram, tiveram sonhos, criaram filhos, educaram e os entregaram ao mundo. A sociedade de hoje também é produto dos seus esforços.
E não é simplesmente por estarem em idade avançada que deixam de ter sonhos, de acalentar esperanças.
Somos nós mesmos, pelas nossas atitudes, que lhes incutimos a crença de que somente devem aguardar a morte, que já fizeram tudo o que podiam.
Dia desses, ouvimos de uma senhora que os idosos precisam de quietude e repouso, que não podem sair da rotina para não ficarem atrapalhados, confusos.
Que eles necessitam estar sozinhos, que a presença da família os prejudica.
Mas colocando-nos no lugar deles, será que almejaríamos ficar assim, em um quarto a sós, sem quem nos falasse, incentivasse, visitasse?
Será que o fato de envelhecermos faz com que o coração esqueça os afetos e desejemos a solidão?
Por isso é que os que entram na velhice e avançam no tempo, vivem de recordações. Nós não lhes alimentamos as horas com as nossas presenças.
Por que não permitir que as crianças lhes façam companhia, brinquem com eles, os agradem?
Agindo assim, permitiremos ao idoso a convivência com a alegria, a música, a vivacidade dos pequenos, suas mil peripécias, tanto quanto estaremos dando às crianças lições de vida.
Afinal, se chegarmos à idade dos nossos avós, como gostaríamos de ser tratados? Desejaríamos ser isolados do restante da família, simplesmente porque já não seguramos com tanta firmeza o talher, ou derramamos o alimento?
Lembremos de como nos trataram nossos pais, quando criança. Jamais fomos isolados num canto da casa, pelo simples fato de não sabermos sustentar a colher ou nos lambuzarmos, no aprendizado de levar o alimento à boca.
Se rodeamos a infância de cuidados e atenções, não nos esqueçamos dos nossos idosos, que envelheceram no labor e com seu suor nos forneceram bases para o que hoje somos.
Não afirmemos simplesmente: Idoso é assim mesmo. Porque cada um deles é um ser único, com sua individualidade, sua gama de sonhos e carências.
Ornemos a vida dos nossos queridos velhos com nossa presença amiga, alegre, otimista. Afinal, se não morrermos antes, também chegaremos lá.
* * *
Ante os que te precederam nos anos e galgaram mais cedo os degraus da idade, tem paciência.
Cerca-os com o teu carinho e ampara-os nas suas necessidades.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

DEUS DISSE NÃO

Nas horas difíceis, quando lembramos de rogar a Deus por Seu socorro, nem sempre sabemos interpretar a Sua resposta.

No entanto, a resposta sempre chega de conformidade com as nossas necessidades e merecimentos.

Um homem que costumava fazer pedidos específicos a Deus, um dia conseguiu entender a Sua resposta e escreveu o seguinte:

Eu pedi a Deus para tirar a minha dor. Deus disse não. "Não cabe a Mim tirá-la, mas cabe a você desistir dela."

Eu pedi a Deus para fazer com que meu filho deficiente físico fosse perfeito. Deus disse não. "Seu Espírito é perfeito e seu corpo é apenas provisório."

Eu pedi a Deus para me dar paciência. Deus disse não. "A paciência nasce nas tribulações. Não é doada, é conquistada."

Eu pedi a Deus para me dar felicidade. Deus disse não. "Eu lhe dou bênçãos. A felicidade depende de você."

Eu pedi a Deus para me proteger da dor. Deus disse não. "O sofrimento o separa dos apelos do Mundo e o traz para mais perto de Mim."

Eu pedi a Deus para me fazer crescer em Espírito. Deus disse não. "Você tem que crescer sozinho, mas Eu o podarei para que você possa dar frutos."

Eu pedi a Deus todas as coisas para que eu pudesse gostar da vida. Deus disse não. "Eu lhe dou vida para que você possa gostar de todas as coisas."

E, por fim, quando pedi a Deus para me ajudar a amar os outros, tanto quanto Ele me ama, Deus disse:

"Finalmente você captou a idéia!"

* * *

Se, porventura, você está se sentindo triste por não ter recebido do Pai Criador a resposta que desejava, volte a sorrir.

O sol beija o botão da flor e ela sorri.

A chuva beija a terra e ela, reverdecida, sorri.

O fogo funde os metais e esses, depurando-se, expressam formas para sorrir.

Vai a dor, volta a esperança.

Foge a tristeza, volta a alegria.

* * *

Certa vez um discípulo rogou, emocionado, a seu mestre:

Senhor, quando identificarei a plenitude da paz e da felicidade, vivendo neste Mundo atribulado de enfermidades e violências?

O mestre, compassivo, respondeu:

Quando puder ver com a suavidade do meu olhar as mais graves ocorrências, sem julgamento precipitado;

Quando lograr ouvir com a paciência da minha compreensão generosa;

Quando puder falar auxiliando, sem acusação nem desculpismo;

Quando agir com misericórdia, mesmo sob as mais árduas penas e prosseguir sem cansaço no caminho do bem entre espinhos pontiagudos, confiando nos objetivos superiores, você se identificará comigo e gozará de felicidade e paz.

O aprendiz ouviu, meditou, e, levantando-se, partiu pela estrada do serviço ao próximo, disposto a conjugar o verbo amar, sem cansaço, sem ansiedade e sem receio.

* * *

Se, porventura, você está triste por não ter recebido a resposta que desejava do Pai Criador, volte a amar e a sorrir.

Só assim vai a dor e volta a esperança.

Foge a tristeza e volta a alegria.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

domingo, 3 de julho de 2011

AMOR ETERNO

- Você gosta do meu vestido?, perguntou uma menina para uma estranha que passava.
- Minha mãe fez para mim! comentou com uma lágrima nos olhos.
- Bem, eu acho que é muito bonito. Mas me conte porque você está chorando, disse a senhora.
Com um ligeiro tremor na voz a menina falou:
- Depois que mamãe me fez este vestido, ela teve que ir embora.
- Bem, disse a senhora, agora você deve ficar esperando por ela. Estou certa que ela voltará em breve.
- Não senhora, a senhora não entendeu. Meu pai disse que a mamãe está com meu avô, no céu.
Finalmente, a mulher percebeu o que a criança estava dizendo e porque estava choramingando.
Comovida, ajoelhou-se e, carinhosamente, embalou a criança nos braços.
Acariciando-a, chorou baixinho com ela. Então, de repente, a menina fez algo que a mulher achou muito estranho: começou a cantar.
Cantava tão suavemente que era quase um sussurro. Era o mais doce som que a mulher já tinha ouvido. Parecia a canção de um pássaro. Quando a criança parou de cantar, explicou para a senhora:
- Minha mãe cantou esta canção para mim antes de ir embora. Ela me fez prometer sempre cantar quando começasse a chorar, porque isso me faria parar. Veja, exclamou a criança, cantei e agora os meus olhos estão secos.
Quando a mulher se virou para ir embora, a pequena menina se agarrou na sua roupa.
- Senhora, pode ficar apenas mais um minuto? Quero lhe mostrar uma coisa.
- Claro que sim, falou a dama. O que você quer que eu veja?
Apontando para uma mancha no seu vestidinho, a menina falou:
- Aqui está a marca onde minha mãe beijou meu vestido. E aqui, disse, apontando outra mancha, é outro beijo, e aqui, e aqui. A mamãe disse que colocou todos esses beijos em meu vestido para que eu sempre tenha seus beijos se algo me fizesse chorar.
Naquele momento a senhora percebeu que não estava apenas olhando para uma criança, cuja mãe sabia que iria partir e que não estaria presente, fisicamente, para beijar as lesões que a filha viesse a ter.
Aquela mãe havia gravado todo seu amor no vestido da sua pequena e encantadora criança. Vestido que agora a menina usava tão orgulhosamente.
A mulher já não via apenas uma pequena menina dentro de um simples vestido. Via uma criança embrulhada no amor de sua mãe.
***
A morte a todos alcança. Preparar-se para recebê-la com dignidade, preparando igualmente os que permanecerão na terra por mais tempo, demonstra altruísmo e grandeza de alma.
Como Jesus nos afirmou que nenhum de nós sabe exatamente a hora em que terá que partir, importante que distribuamos o nosso amor e vivamos as nossas vidas em totalidade.
Assim, quando tivermos que partir, as lembranças do que fomos e do que fizemos, aquecerão as almas dos nossos amores, amenizando o vazio da nossa ausência física.

Pensemos nisso!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

LEMBRANÇAS DE OUTRAS VIDAS

EM SEU NOVO ESPAÇO, CIA VIDA COMEÇA SÉRIE DE ESPETÁCULOS

A Cia. Vida de Teatro e Dança inicia uma série de espetáculos que serão encenados na sua nova sede: Rua Roberto da Silveira, 152 - 2º andar - Em frente ao terminal Rodoviário e o primeiro é "Lembranças de Outras Vidas" que será encenado nos dias 15, 16 e 17 de julho às 20hs, para uma plateia diária de sessenta pessoas. Os ingressos já estão a venda na Cia. Vida (R$ 15,00 antecipados, estudantes e pessoas acima de 65 anos e R$ 30,00 no dia).

Informamos também que a receita dos espetáculos é destinada a fomentar o Projeto "Arte e Cultura Para Todos" que oferece bolsas de gratuidade em aulas de teatro e dança, para jovens entre 12 e 18 anos, estudantes da rede pública e de familia de baixa renda.

LEMBRANÇAS DE OUTRAS VIDAS

"Eles estiveram juntos no passado e a força do amor que os uniu foi tão grande que as Lembranças de Outras Vidas ficaram para sempre no íntimo de cada um deles."

“LEMBRANÇAS DE OUTRAS VIDAS” foi escrita por MARILIA DANNY, dirigida por RENATO PRIETO, com poemas de ADAYLA BARBOSA.

Estreou em 1991, no TEATRO AMÉRICA, na MOSTRA DE TEATRO META, onde foi indicada para os prêmios de; melhor iluminação, melhor cenário, melhor atriz (Marilia Danny) e melhor direção (Renato Prieto).

Desde então, já conta com mais de 2.500 apresentações, com uma média de público de mais de 1.000.000 pessoas. Já se apresentou nas seguintes capitais brasileiras; Porto Alegre, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória, Belo Horizonte, Cuiabá, Salvador, Manaus, Goiânia, Natal, Brasília e Fortaleza, assim como, em inúmeras cidades do interior de Brasil.

No elenco do espetáculo estão:

MARILIA DANNY (atriz e bailarina)
PAULO ERNANI (ator e bailarino – solista do Teatro Municipal do RJ)
PRISCILA DANNY (atriz) ou Isabella Carvalho (atriz)

O espetáculo é uma rica comunhão de teatro, dança e poesia. De uma leveza e sutileza que impressionam a platéia, provocando as mais profundas emoções.

É uma história de amor, capaz de levar o público as mais graves reflexões sobre as afinidades espirituais e sobre o comportamento moral do homem diante do amor.

O tema principal de “Lembranças de Outras Vidas” é a grande afinidade existente entre os espíritos, a ponto de viverem diversas existências juntos, depurando o afeto que os une, através das diversas formas de amor. É uma obra de arte, com temática espiritualista.

Lembranças de Outras Vidas é a história de um amor que venceu as barreiras da eternidade.

Esperamos vocês!
Marilia Danny

Cia. VIDA de Teatro e Dança
Rua Roberto Silveira, 152 - 2º andar - Em frente ao Terminal Rodoviário