CULTURARTE 291 - agosto 2025
segunda-feira, 11 de agosto de 2025
CULTURARTE 291 - agosto de 2025
domingo, 10 de agosto de 2025
QUEM ERA O DOUTOR ANDRÉ LUIZ?
Fotografia de André Luiz quando encarnado. Em realidade o seu verdadeiro nome é Carlos Chagas e optou por usar o pseudônimo André Luiz para não criar problemas ao médium Chico Xavier. A informação consta em obras como o Anuário Espírita de 2004, bem como em relatos de Chico Xavier, Inácio Ferreira e André Luiz Ruiz.
Em 1944, a sra. viúva do renomado escritor Humberto de Campos (1886-1935) pleiteou na Justiça os direitos autorais das obras mediúnicas de Humberto de Campos (espírito) recebidas por Francisco Candido Xavier e editadas pela FEB. Surgiu, então, “o caso Humberto de Campos”, caracterizado como escândalo pela grande imprensa. A propósito, disse Chico Xavier: “Foi horrível por causa do alarme da imprensa.”
Após longa trajetória, o processo chegou ao fim com a absolvição dos réus: o médium e a editora. A partir dessa época, Humberto de Campos, espírito, passou a usar o pseudônimo de Irmão X em seus livros psicografados.
Portanto, é fácil entender a preocupação do Dr. Carlos Chagas (André Luiz) em não se identificar como autor de Nosso Lar, que, segundo a programação superior, representava o marco inicial de uma longa série de livros. Era necessário que, além do pseudônimo, o autor espiritual não fosse, de forma alguma, identificado, graças à providência de truncar dados de sua vida, sem afetar o elevado conteúdo da obra. Chico Xavier perguntou-lhe qual pseudônimo ele usaria. Então o autor olhou para o irmão do médium, chamado André Luiz, que dormia na cama ao lado, e disse-lhe que usaria o nome dele. E assim foi feito.
Quem quiser saber mais informações pode ler o livro Nosso Lar ou também assistir ao filme Nosso Lar disponível no YouTube.
quinta-feira, 24 de julho de 2025
CULTURARTE 290 - julho de 2025 (segunda edição)
julho de 2025 (segunda edição)
sexta-feira, 11 de julho de 2025
CULTURARTE 289 - julho de 2025
CULTURARTE 289 - julho de 2025
segunda-feira, 30 de junho de 2025
CHICO, EXUS E POMBAS GIRA
Chico Xavier costumava afirmar que a espiritualidade é um campo extenso, onde cada espírito ocupa um degrau diferente no processo de aprendizado e evolução. Para ele, Deus é amor que acolhe a todos, sem distinção, e cada entidade, em sua tarefa, contribui para o equilíbrio e a harmonia do universo.
Sobre Exus e Pombas Gira, Chico explicava que não se tratam de demônios ou forças do mal, mas de espíritos que aprenderam a lidar com energias densas e, por isso, possuem condições de auxiliar na limpeza e proteção de ambientes espirituais. Ele lembrava que são trabalhadores do plano invisível, que atuam em regiões onde muitos não teriam coragem ou preparo para entrar, socorrendo consciências perdidas, desfazendo correntes de ódio e desfazendo processos obsessivos.
Chico dizia que a ação desses espíritos está ligada a um propósito maior: ajudar a manter o equilíbrio entre as forças da luz e das trevas. Não cabe ao ser humano julgar ou temer o trabalho dos Exus e Pombas Gira, mas sim respeitar, compreender e confiar que, sob a Lei Divina, tudo se encaminha para a evolução.
Ele observava que, muitas vezes, o preconceito humano nasce da ignorância e do medo daquilo que não se conhece. E que a pureza da intenção, a humildade e a fé sincera são as melhores formas de aproximação desses guardiões, que não buscam adoração, mas cumprem tarefas de ordem e justiça espiritual.
Para Chico, todo trabalho espiritual que nasce da caridade verdadeira é instrumento do bem. Independentemente do nome ou da tradição religiosa, o que vale, segundo ele, é a honestidade do coração e a disposição em servir, pois é nisso que se encontra o verdadeiro sentido do amor que aproxima o ser humano de Deus.
terça-feira, 10 de junho de 2025
CULTURARTE 288 - junho de 2025 (segunda edição)
junho de 2025 (segunda edição)
domingo, 1 de junho de 2025
CULTURARTE 287 - junho de 2025
CULTURARTE 287 - junho de 2025









































