Deus, nosso Pai, CAMINHE pela minha casa e leve embora todas as minhas preocupações e doenças, e POR FAVOR, vigia e cura a minha família em nome de Jesus ... AMÉM

domingo, 23 de abril de 2023

SALVE JORGE, SALVE OGÚM!

 Dia 23 de Abril é celebrado o Dia de São Jorge. 

Selecionamos uma mensagem especial para a data, além de oração e curiosidades.


Quem foi São Jorge? 

São Jorge, também conhecido como Jorge da Capadócia e Jorge de Lida foi, conforme a tradição, um soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão. Na hagiografia, São Jorge é um dos santos mais venerados no Catolicismo, na Igreja Ortodoxa, bem como na Comunhão Anglicana. É imortalizado na lenda em que mata o dragão. É também um dos Catorze santos auxiliares. No cânon do Papa Gelásio (+496), São Jorge é mencionando entre aqueles que “foram justamente reverenciados pelos homens e cujos atos são conhecidos somente por Deus”.

Considerado como um dos mais proeminentes santos militares, a memória de São Jorge é celebrada nos dias 23 de abril e 3 de novembro. Nestas datas, por toda a parte, comemora-se a reconstrução da igreja que lhe é dedicada, em Lida (Israel), na qual se encontram suas relíquias. A igreja foi erguida a mando do imperador romano Constantino.

São Jorge é o santo padroeiro em diversas partes do mundo tais como: (países) Inglaterra, Portugal (orago menor), Geórgia, Lituânia, Sérvia, Montenegro, Etiópia, e (cidades) Londres, Barcelona, Génova, Régio da Calábria, Ferrara, Friburgo em Brisgóvia, Moscovo e Beirute. No Oriente, ele é conhecido como “megalomártir”, ou seja, “grande mártir”. Ele também é reconhecido como modelo de virgem masculino, ao lado de São João Evangelista e o próprio Jesus Cristo.

Há uma tradição que aponta o ano 303 como ano da sua morte. Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos (decreto gelasiano do século VI), a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo.


"A principal mensagem para o dia 23 de Abril é a de ter fé, não desacreditar dos nossos sonhos e seguir de cabeça erguida em cada batalha."

Acompanhe a seguir a oração de São Jorge pedindo mais Amor.

Oração São Jorge

“Ó meu São Jorge, meu Santo Guerreiro e protetor, Invencível na fé em Deus, que por ele sacrificou-se, Traga em vosso rosto a esperança e abre os meus caminhos. Com sua couraça, sua espada e seu escudo, Que representam a fé, a esperança e a caridade, Eu andarei vestido, para que meus inimigos Tendo pés não me alcancem, Tendo mãos não me peguem, Tendo olhos não me enxerguem E nem pensamentos possam ter, para me fazerem mal (...) Ó Glorioso nobre cavaleiro da cruz vermelha, Vós que com a sua lança em punho derrotaste o dragão do mal, Derrote também todos os problemas que por ora estou passando (...) Ó Glorioso São Jorge, Dai-me coragem e esperança, Fortalecei minha fé, meu ânimo de vida e auxiliai-me em meu pedido. Ó Glorioso São Jorge, Traga a paz, amor e a harmonia ao meu coração, Ao meu lar e a todos que estão em minha volta. Ó Glorioso São Jorge, Pela fé que em vós deposito: Guiai-me, defendei-me e protegei-me de todo o mal. Amém.”


Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge
Para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem,
Tendo mãos não me peguem,
Tendo olhos não me vejam,
E nem em pensamentos eles possam me fazer mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão,
Facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar,
Cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo, Me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça,
Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino,
Protegendo-me em todas as minhas dores e aflições,
E Deus, com sua divina misericórdia e grande poder,
Seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.
Glorioso São Jorge, em nome de Deus,
Estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas,
Defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza,
E que debaixo das patas de seu fiel ginete
Meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós.
Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.
São Jorge Rogai por Nós.
Amém.








quarta-feira, 19 de abril de 2023

CULTURARTE 256 - abril de 2023

CULTURARTE 256 - abril de 2023 



- 19 de abril, Dia do Índio: o que comemorar?
- Saiba se sentir respeitada e valorizada no seu relacionamento
- Os perigos da Anorexia
- Relato de uma mulher que descobriu o seu verdadeiro valor
- O que as proteínas vegetais fazem pela sua saúde e como consumi-las
- Menos peso, mais ano de vida
- Cássia Mattos, Gata Verão 2023
- Fim do verão, mas na verdade, o que é um corpo de verão?
Informativo CULTURARTE edição de abril de 2023, já circulando nas versões on line e revista eletrônica










sexta-feira, 7 de abril de 2023

A Paixão e a Morte na Cruz: ELE DEU SUA VIDA PELA NOSSA SALVAÇÃO

 A Paixão e a Morte na Cruz

Cristo morreu por nossos pecados (cfr. Rm 4, 25) para livrar-nos deles e resgatar-nos para a vida divina.


1. O sentido geral da Cruz de Cristo

1.1. Algumas premissas:

O mistério da Cruz se enquadra no marco geral do projeto de Deus e da vinda de Jesus ao mundo. O sentido da criação é dado por sua finalidade sobrenatural, que consiste na união com Deus. Entretanto, o pecado alterou profundamente a ordem da criação; o homem deixou de ver o mundo como uma obra cheia de bondade, e o converteu em uma realidade equívoca. Pôs sua esperança nas criaturas e, como meta, fixou para si falsos fins terrenos.

A vinda de Jesus Cristo ao mundo tem como finalidade reimplantar no mundo o projeto de Deus e conduzi-lo eficazmente ao seu destino de união com Ele. Para isso, Jesus, verdadeira Cabeça do gênero humano [1], assumiu toda a realidade humana degradada pelo pecado, fê-la sua, e a ofereceu filialmente ao Pai. Deste modo, Jesus Cristo restituiu a cada relação e situação humana seu verdadeiro sentido, em dependência de Deus Pai.

Este sentido ou fim da vinda de Jesus Cristo se realiza em sua vida inteira, em cada um de seus mistérios, nos quais Jesus Cristo glorifica plenamente ao Pai. Cada acontecimento e cada etapa da vida de Cristo tem uma finalidade específica em ordem a este objetivo salvador [2].

1.2. Aplicação ao mistério da Cruz:

A finalidade própria do mistério da Cruz é cancelar o pecado do mundo (cfr. Jo 1, 29), algo absolutamente necessário para que se possa realizar a união filial com Deus. Esta união é, como já dissemos, o objetivo último do plano de Deus (cfr. Rm 8, 28-30).

Jesus cancela o pecado do mundo carregando-o sobre seus ombros e anulando-o na justiça de seu santo coração [3]. Nisto consiste essencialmente o mistério da Cruz.

a) Carregou nossos pecados. Isto se vê, em primeiro lugar, pela história de sua paixão e morte relatada nos Evangelhos. Estes fatos, sendo a história do Filho de Deus encarnado, e não de um homem qualquer, mais ou menos santo, têm um valor e uma eficácia universais, que alcançam toda a raça humana. Neles, vemos que Jesus foi entregue pelo Pai às mãos dos pecadores (cfr. Mt 26, 45) e que Ele mesmo permitiu voluntariamente que a maldade deles determinasse em tudo sua sorte (d'Ele). Como diz Isaias ao apresentar sua impressionante figura de Jesus [4]: “humilhou-se e não abriu a boca. Como uma ovelha levada ao matadouro, e como um cordeiro diante do que o tosquia, guardou silêncio e não abriu sequer a sua boca" (Is 53, 7).

Cordeiro sem mancha, aceitou livremente os sofrimentos físicos e morais impostos pela injustiça dos pecadores e, nela, assumiu todos os pecados dos homens, toda ofensa a Deus. Cada agravo humano é, de algum modo, causa da morte de Cristo. Dizemos, neste sentido, que Jesus 'carregou' nossos pecados no Gólgota (cfr. 1P 2,24).

b) Eliminou o pecado em sua entrega. Mas Cristo não se limitou a carregar nossos pecados, mas também os 'destruiu', os eliminou. Pois carregou com os sofrimentos na justiça filial, na união obediente e amorosa para com seu Pai Deus e na justiça inocente, de quem ama o pecador, ainda que este não o mereça: de quem busca perdoar as ofensas por amor (cfr. Lc 22,42; 23,34). Ofereceu ao Pai seus sofrimentos e sua morte em nosso favor, para nosso perdão: “em suas chagas fomos curados" (Is 53,5).

2. A Cruz revela a misericórdia e justiça de Deus em Jesus Cristo


Fruto da Cruz é, portanto, a eliminação do pecado. Deste fruto se apropria o homem através dos sacramentos (sobretudo da Confissão sacramental) e se apropriará definitivamente depois desta vida, se foi fiel a Deus. Da Cruz procede a possibilidade para todos os homens de viver afastados do pecado e de integrar os sofrimentos e a morte ao próprio caminho da santidade.

Deus quis salvar o mundo pelo caminho da Cruz, mas não porque ame a dor ou o sofrimento, pois Deus só ama o bem e o fazer o bem. Não quis a Cruz com uma vontade incondicionada, como quer, por exemplo, que existam as criaturas, mas a quis praeviso peccato, sobre o pressuposto do pecado. Há Cruz porque existe o pecado. Mas também porque existe o Amor. A Cruz é fruto do amor de Deus ante o pecado dos homens.

Deus quis enviar seu Filho ao mundo para que realizasse a salvação dos homens com o sacrifício de sua própria vida, e isto fala em primeiro lugar sobre o próprio Deus. Concretamente, a Cruz revela a misericórdia e a justiça de Deus:

a) A misericórdia. A Sagrada Escritura refere com frequência que o Pai entregou seu Filho às mãos dos pecadores (cfr. Mt 26,54), que não poupou o se próprio Filho. Pela unidade das Pessoas divinas na Trindade, em Jesus Cristo, Verbo encarnado, está sempre presente o Pai que o envia. Por este motivo, após a decisão livre de Jesus de entregar sua vida por nós, está a entrega que o Pai nos faz de seu Filho amado, consignando-o aos pecadores; esta entrega manifesta mais que qualquer outro gesto da história da salvação o amor do Pai para com os homens e sua misericórdia.

b) A Cruz nos revela também a justiça de Deus. Esta não consiste tanto em fazer pagar o homem pelo pecado, mas, mais propriamente, em devolver ao homem o caminho da verdade e do bem, restaurando os bens que o pecado havia destruído. A fidelidade, a obediência e o amor de Cristo para com seu Pai Deus; a generosidade, a caridade e o perdão de Jesus a seus irmãos os homens; sua veracidade, sua justiça e inocência, mantidas e afirmadas na hora de sua paixão e de sua morte, cumprem esta função: esvaziam o pecado de sua força condenatória e abrem nossos corações à santidade e à justiça, pois se entrega por nós. Deus nos livra de nossos pecados pela via da justiça, pela justiça de Cristo.

Como fruto do sacrifício de Cristo e pela presença de sua força salvadora, podemos sempre comportar-nos como filhos de Deus, qualquer que seja a situação que estejamos atravessando.

3. A Cruz e sua realização histórica



Jesus conheceu desde o princípio, e de modo adequado ao progresso de sua missão e de sua consciência humana, que o rumo de sua vida o conduzia à Cruz. E o aceitou plenamente: veio para cumprir a vontade do Pai até o último detalhe (cfr. Jo 19,28-30), e esse cumprimento levou-o a “dar sua vida em resgate de muitos" (Mc 10,45).

Na realização da tarefa que o Pai lhe havia encomendado, encontrou a oposição das autoridades religiosas de Israel, que consideravam Jesus um impostor. De modo que “alguns chefes de Israel acusaram Jesus de agir contra a Lei, contra o templo de Jerusalém, e em particular contra a fé no Deus único, porque Ele se proclamava Filho de Deus. Por isso, O entregaram a Pilatos, para que O condenasse à morte." (Compêndio, 113).

Os que condenaram Jesus pecaram ao rechaçar a Verdade que é Cristo. Na verdade, todo pecado é um desprezo de Jesus e da verdade que Ele nos trouxe da parte de Deus. Neste sentido, todo pecado encontra lugar na Paixão de Jesus. “A paixão e a morte de Jesus não podem ser imputadas indistintamente nem a todos os judeus então vivos, nem aos outros judeus que depois viveram no tempo e no espaço. Cada pecador, isto é, cada homem, é realmente causa e instrumento dos sofrimentos do Redentor, e culpa maior têm aqueles, sobretudo se são cristãos, que mais frequentemente caem no pecado ou se deleitam nos vícios" (Compêndio, 117).

4. Sacrifício e Redenção



Jesus morreu por nossos pecados (cfr. Rm 4,25), para livrar-nos deles e resgatar-nos da escravidão que o pecado introduz na vida humana. A Sagrada Escritura diz que a paixão e morte de Cristo são: a) sacrifício de aliança, b) sacrifício de expiação, c) sacrifício de propiciação e de reparação pelos pecados, d) ato de redenção e libertação dos homens. a) Jesus, oferecendo sua vida a Deus na Cruz, instituiu a Nova Aliança, isto é, a nova forma de união de Deus com os homens que havia sido profetizada por Isaias (cfr. Is 42,6), Jeremias (cfr. Jr 31, 31-33) e Ezequiel (cfr. Ez 37,26). O Novo Pacto é a aliança selada no corpo de Cristo entregue por nós e em seu sangue derramado por nós (cfr. Mt 26,27-28).

b) O sacrifício de Cristo na Cruz tem valor de expiação, isto é, de limpeza e purificação do pecado (cfr. Rm 3,25; Hb 1,3; 1 Jo 2,2; 4,10).

c) A Cruz é sacrifício de propiciação e de reparação pelo pecado (cfr. Rm 3,25; Hb 1,3; 1 Jo2,2; 4,10). Cristo manifestou ao Pai o amor e a obediência que nós homens lhe havíamos negado com nossos pecados. Sua entrega fez justiça e satisfez o amor paterno de Deus que havíamos rechaçado desde o início da história.

d) A Cruz de Cristo é ato de redenção e de libertação do homem. Jesus pagou nossa liberdade com o preço de seu sangue, isto é, de seus sofrimentos e de sua morte (cfr. 1 P 1,18). Mereceu com sua entrega nossa salvação para incorporar-nos ao reino dos céus: “Ele nos livrou do poder das trevas e nos transladou ao Reino do Filho de seu amor, no qual temos a redenção: o perdão dos pecados." (Col 1,13-14).

5. Os efeitos da Cruz



O principal efeito da Cruz é eliminar o pecado e tudo aquilo que se opõe à união do homem com Deus.

A Cruz, além de cancelar os pecados, nos livra também do diabo, que dirige ocultamente a trama do pecado, e da morte eterna. O diabo nada pode contra quem está unido a Cristo (cfr. Rm 8,31-39) e a morte deixa de ser separação eterna de Deus, e permanece apenas como porta de acesso ao destino último (cfr. 1 Co 15,55-56).

Removidos todos estes obstáculos, a Cruz abre para a humanidade o caminho da salvação, a possibilidade universal da graça.

Junto com sua Ressurreição e sua gloriosa Exaltação, a Cruz é causa da justificação do homem, isto é, não só da eliminação do pecado e dos demais obstáculos, mas também da infusão da vida nova (a graça de Cristo que santifica a alma). Cada sacramento é um modo diverso de participar na Páscoa de Cristo e de apropriar-se da salvação que dela provém. Concretamente, o Batismo livra-nos da morte introduzida pelo pecado original e nos permite viver a vida nova do Ressuscitado.

Jesus é a causa única e universal da salvação humana: o único mediador entre Deus e os homens. Toda graça de salvação dada aos homens provém de sua vida e, em particular, de seu mistério pascal.

6. Corredimir com Cristo



Como acabamos de dizer, a Redenção realizada por Cristo na Cruz é universal, estende-se a todo o gênero humano. Mas é preciso que chegue a aplicar-se a cada um os frutos e os méritos da Paixão e Morte de Cristo, principalmente por meio da fé e dos sacramentos.

Nosso Senhor Jesus Cristo é o único mediador entre Deus e os homens (cfr. 1 Tm 2,5). Mas Deus Pai quis que fôssemos não só redimidos, mas também corredentores (cfr. Catecismo, 618). Chama-nos a tomar sua Cruz e a segui-lo (cfr. Mt 16,24), porque Ele “sofreu por nós deixando-nos exemplo para que sigamos suas pegadas" (1 P 2,21).

São Paulo escreve:

a) “eu estou com Cristo na Cruz, e não sou o que vive, mas é Cristo que vive em mim" (Gl 2,20): para alcançar a identificação com Cristo é preciso abraçar a Cruz.

b) “completo em minha carne o que falta à paixão de Cristo, por seu corpo que é a Igreja" (Cl 1,24): podemos ser corredentores com Cristo.

Deus nos quis livrar de todas as penalidades desta vida, para que, aceitando-as, nos identifiquemos com Cristo, mereçamos a vida eterna e cooperemos na tarefa de levar aos demais os frutos da Redenção. A enfermidade e a dor, oferecidos a Deus em união com Cristo, alcançam um grande valor redentor, como também a mortificação corporal praticada com o mesmo espírito com que Cristo padeceu livre e voluntariamente em sua Paixão: por amor, para redimir-nos, expiando por nossos pecados. Na Cruz, Jesus Cristo nos dá exemplo de todas as virtudes:

a) de caridade: “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos" (cfr. Jo 15,13);

b) de obediência: fez-se “obediente ao Pai até a morte e morte de Cruz" (Fl 2,8);

c) de humildade, de mansidão e de paciência: suportou os sofrimentos sem evitá-los nem suavisá-los, como um manso cordeiro (cfr. Jr 11,19);

d) de desprendimento das coisas terrenas: o Rei dos Reis e Senhor dos que dominam aparece na Cruz desnudo, burlado, cuspido, açoitado, coroado de espinhos, por Amor.

O Senhor quis associar sua Mãe, mais intimamente que ninguém, com o mistério do sofrimento redentor (cfr. Lc 2,35; Catecismo, 618). A Virgem nos ensina a estar junto à Cruz de seu Filho [5].

Antonio Ducay Bibliografía básica Catecismo da Igreja Católica, 599-618.

Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, 112-124.

João Paulo II, O valor redentor da Paixão de Cristo, Catequesis: 7-09-1988, 8-09-1988, 5-10-1988, 19-10-1988, 26-10-1988.

João Paulo II, A morte de Cristo: seu caráter redentor, Catequesis: 14-12-88, 11-01-89.

Leituras recomendadas

São Josemaria, Homilía A morte de Cristo vida do cristão, em É Cristo que passa, 95-101.

Diccionario de Teología, dirigida por C. Izquierdo et al., verbetes: Jesucristo (IV) e Cruz, Eunsa, Pamplona 2006

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[1] É nossa Cabeça porque é o Filho de Deus e porque se fez solidário conosco em tudo, exceto no pecado (cf. Hb 4,15).

[2] A infância de Jesus, sua vida de trabalho, seu batismo no Jordão, sua pregação...tudo contribui para a Redenção dos homens. Referindo-se à vida de Cristo na aldeia de Nazaré, dizia São Josemaria: “Esses anos ocultos do Senhor não são algo sem significado, nem tampouco uma simples preparação para os anos que viriam em seguida: os de sua vida pública. Desde 1928, compreendi com clareza que Deus deseja que os cristãos sigam o exemplo de toda a vida do Senhor. Entendi especialmente sua vida escondida, sua vida de trabalho corrente em meio aos homens: o Senhor quer que muitas almas encontrem seu caminho nos anos de vida silenciosa e sem brilho" (É Cristo que passa, 19). [3] Cfr. Cl 1,19-22; 2, 13-15; Rm 8, 1-4; Ef 2, 14-18; Hb 9, 26.

[4] Os quatro poemas dedicados ao misterioso “Servo de Jahvé" constituem uma esplêndida profecia no Antigo Testamento da Paixão de Cristo (Is 42,1-9; 49,1-9; 50,4-9; 52,13-53,12).

[5] Cfr. São Josemaria, Caminho, 508.

terça-feira, 7 de março de 2023

CULTURARTE 255 - março de 2023

 CULTURARTE 255 - março de 2023



- 08 de março é comemorado o Dia Internacional da Mulher. Mas fica a pergunta: É justo comemorar a mulher em um único dia?
- Todas são Mulheres Maravilhas
- Maria Sem Vergonha de Ser Mulher, participação Michele Coelho, Musa Plus Size de Maricá 2022
- Conheça o AMOR EM TODAS SUAS FORMAS
- A advogada e historiadora Daiane Machado fala dos DIREITOS DAS MULHERES
- Eu sou ótima, SOU MULHER com Pricilla Darmont
- MULHER, o sopro do Criador
- Beijar é muito bom, mas vá com calma: conheça as 5 doenças transmitidas pela troca de salivas
- UNIÃO DE MARICÁ faz um desfile perfeito, é campeã do desfile de sexta feira ficando em segundo lugar no computo geral da série prata do carnaval carioca e realizando o sonho de desfilar na série ouro em 2024, na Marques de Sapucaí
Confira essa edição super especial em homenagem as nossas MARAVILHOSAS MULHERES, do Informativo CULTURARTE edição 255 de março de 2023, já circulando na versão on line e na revista eletrônica.










sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

CULTURARTE 254 - fevereiro de 2023

 CULTURARTE 254 - fevereiro de 2023


- Escolhida a corte de Momo do Maricarnaval 2023
- Anderson Matheus é o Rei Momo do Maricarnaval
- Ana Julia é a Rainha do Maricarnaval
- Lorena Cabral é a Princesa do Maricarnaval
- Mais uma vez Maricá ficará sem os desfiles das escolas de samba
- Paty Pink é a MUSA COMPLETA 2022
- Todos nós envelhecemos
- O diário de um suicida
- A mega star, Victoria Matos, modelo brasileira, fala dos prós e contras de conteúdos adultos
- Gari faz ensaio em caminhão de lixo homenageando colegas de trabalho após sua formatura.
Tudo isso na edição de fevereiro do INFORMATIVO CULTURARTE que completou 18 anos, já circulando nas versões on line e revista eletrônica










domingo, 22 de janeiro de 2023

CULTURARTE 253 - janeiro de 2023

CULTURARTE 253 - janeiro de 2023
18 anos


- CULTURARTE completou 18 anos em 16 de dezembro passado, mas as comemorações continuam. Mais uma edição super especial para você leitor que cresceu junto com o CULTURARTEEN, nascido o informativo da juventude de Maricá, agora, o informativo oficial da família maricaense.
- PR PRODUÇÕES completa 27 anos.
- Em dose dupla: na volta aos concursos, a modelo e comerciária Karolaynne Viana conquistou dois títulos; A MAIS BELA COMERCIÁRIA 2022 e GAROTA MARICÁ 2022
- Você sabia que Marylin Monroe era mais inteligente que o gênio Albert Einstein?
- Você tem a letra M da palma da mão? Se tem, aproveite!!!
- Um imenso "hospital psiquiátrico" a céu aberto. Um retrato atual do Brasil!
- Depois das moda das unhas gigantes, agora é a vez de aumentar os DENTES!
- Você sabia que a primeira selfie foi feita em 1839?
- PROAC destinará R$ 3,5 milhões para os artistas de Maricá
- Editorial: Feliz Novo Ano, Felliz Vida Nova
Tudo isso e muito mais na edição 253 do Informativo CULTURARTE (18 anos) já circulando nas versões on line e revista eletrônica









sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

6 de janeiro — Dia de Reis


 "O Dia de Reis é uma celebração religiosa realizada em nosso país no dia 6 de janeiro e relembra a viagem de reis magos, oriundos do Oriente, para conhecer e homenagear o menino Jesus. Essa história é narrada no texto bíblico, embora não tenhamos detalhes da origem, da posição social nem de quantos magos eram.

Aqui no Brasil, a celebração do Dia de Reis foi trazida pelos portugueses durante a colonização e tornou-se uma parte importante da cultura brasileira. Em determinadas regiões, as tradições do Dia de Reis são parte do patrimônio cultural imaterial. Uma das tradições mais comuns do Dia de Reis são as apresentações do Terno de Reis."


"Resumo sobre o Dia de Reis

- O Dia de Reis é uma celebração tradicional da Igreja Católica que é celebrada no dia 6 de janeiro.
- Essa festa católica relembra a viagem dos reis magos para encontrar e homenagear Jesus.
- Essa festa é muito tradicional no Brasil, possuindo tradições que podem sofrer variações regionais.
- O Dia de Reis encerra o ciclo natalino, sendo o momento que as decorações natalinas são desmontadas.
- As celebrações do Dia de Reis também são conhecidas como Folia de Reis."

"O que é o Dia de Reis?

O Dia de Reis é uma data comemorativa, presente no calendário litúrgico da Igreja Católica, celebrada no dia 6 de janeiro. Essa data celebra a aparição dos reis magos ao local de nascimento de Jesus Cristo com o objetivo de prestar culto e ofertar presentes. Esse acontecimento também é entendido como a primeira aparição do messias.

A data comemorativa também é chamada de Solenidade da Epifania do Senhor, sendo o momento em que se encerra a Epifania, período no calendário litúrgico que é entendido como a primeira manifestação de Cristo. O Dia de Reis é também marca o encerramento do período natalino, sendo a ocasião em que as decorações desse período, como os presépios e as árvores de Natal, são desmontadas.

O Dia de Reis é celebrado 12 dias depois do nascimento de Jesus Cristo, o Natal. A celebração dos reis magos é baseada no texto bíblico, em especial no Evangelho de Mateus, que narra a ida desses magos do Oriente até Belém. A celebração do Dia de Reis foi trazida para o Brasil por colonos portugueses e atualmente é uma das manifestações folclóricas mais significativas de nosso país.

Tradições do Dia de Reis

"As celebrações do Dia de Reis são conhecidas popularmente como Folia de Reis ou Reisado e estão difundidas por diferentes regiões do país. Uma das práticas mais consolidadas da celebração do Dia de Reis são as visitações que grupos musicais chamados Terno de Reis costumam fazer às residências.

Essas visitas são marcadas por cantorias, e as canções possuem letras religiosas. Em troca, os grupos recebem a doação de alimentos. Esses grupos podem ser formados também por dançarinos e contam com instrumentistas, todos eles usando trajes tradicionais da festa. Os alimentos arrecadados, geralmente, são direcionados para caridade.

As apresentações da Folia de Reis não se resumem ao dia 6 de janeiro, mas acontecem desde o final de dezembro. Outra tradição popular do Dia de Reis é o Boi de Reis, um folguedo que é praticado durante o período natalino até o dia 6 de janeiro.

Podem existir variações na forma como a festa é celebrada, e em algumas cidades do país as tradições do Dia de Reis são consideradas patrimônio cultural imaterial. As celebrações do Dia de Reis se encerram com a realização de missas.

Até o final da década de 90, grupos ainda se apresentavam no Dia de Reis pelas ruas de alguns bairros de Maricá, indo festejar e dançar na casa de alguns moradores mais tradicionais.

Quem são os reis magos lembrados no Dia de Reis?

O Dia de Reis é uma celebração que relembra a viagem e a visitação dos reis magos a Jesus, ainda uma criança recém-nascida. Jesus estava em Belém, e os reis magos chegaram ofertando presentes a ele, sendo que estes eram incenso, mirra e ouro. A tradição bíblica considera essa a primeira aparição de Jesus enquanto messias.

O entendimento que se tem do texto bíblico é de que a menção a eles como magos devia-se ao fato de serem sábios oriundos do Oriente. O relato sobre os reis magos na Bíblia é encontrado no livro de Mateus, e lá não há menção de que esses magos seriam reis. Acredita-se, portanto, que essa ideia deles como reis tenha sido adicionada à tradição religiosa cristã durante a Idade Média.

Existe também uma interpretação que os associa com o zoroastrismo, religião tradicional da Pérsia, região de onde supostamente os magos teriam vindo. Por sua vez, outros relatos apontam diferentes origens dos reis magos. Além disso, foi na Idade Média também que se estabeleceram os nomes desses magos.

O texto bíblico não falava os nomes desses magos, mas na Idade Média (ano 500) foi redigido um documento que mencionava os nomes de Baltasar, Gaspar e Melchior (podendo ser Belchior em algumas traduções). Esse documento tem autoria desconhecida, e não se sabe se esses nomes já circulavam na tradição religiosa da época.

Outro mistério é o total de reis magos, porque o texto bíblico não fala a quantidade de magos que foram guiados por uma estrela até Jesus. Foi convencionado na tradição cristã falar em três reis magos porque o total de presentes entregues foi de três."

SILVA, Daniel Neves. "6 de janeiro — Dia de Reis"; Brasil Escola.