janeiro de 2026 (segunda edição)
BEZERRA DE MENEZES - O apóstolo Brasileiro
domingo, 25 de janeiro de 2026
CULTURARTE 302 - janeiro de 2026 (segunda edição)
janeiro de 2026 (segunda edição)
terça-feira, 20 de janeiro de 2026
SALVE SÃO SEBASTIÃO, SALVE OXÓSSI
São Sebastião era um soldado romano que foi martirizado por professar e não renegar a fé em Cristo Jesus. Sua história é conhecida somente pelas atas romanas de sua condenação e martírio. Nessas atas de martírio de cristãos, os escribas escreviam dando poucos detalhes sobre o martirizado e muitos detalhes sobre as torturas e sofrimentos causados a eles antes de morrerem. Essas atas eram expostas ao público nas cidades com o fim de desestimular a adesão ao cristianismo.
São Sebastião, soldado romano e cristão
São Sebastião nasceu na cidade de Narbona, na França, em 256 d.C. Seu nome de origem grega, Sebastós, significa divino, venerável. Ainda pequeno, sua família mudou-se para Milão, na Itália, onde ele cresceu e estudou. Sebastião optou por seguir a carreira militar de seu pai.
No exército romano, chegou a ser Capitão da 1ª da guarda pretoriana. Esse cargo só era ocupado por pessoas ilustres, dignas e corretas. Sebastião era muito dedicado à carreira, tendo o reconhecimento dos amigos e até mesmo do imperador romano, Maximiano. Na época, o império romano era governado por Diocleciano, no oriente, e por Maximiano, no ocidente. Maximiano não sabia que Sebastião era cristão. Não sabia também que Sebastião, sem deixar de cumprir seus deveres militares, não participava dos martírios nem das manifestações de idolatria dos romanos.
Por isso, São Sebastião é conhecido por ter servido a dois exércitos: o de Roma e o de Cristo. Sempre que conseguia uma oportunidade, visitava os cristãos presos, levava uma ajuda aos que estavam doentes e aos que precisavam.
Missionário no exército romano
De acordo com Atos apócrifos atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião teria se alistado no exército romano já com a única intenção de afirmar e dar força ao coração dos cristãos, enfraquecidos diante das torturas.
Martírio de São Sebastião
Ao tomar conhecimento de cristãos infiltrados no exército romano, Maximiano realizou uma caça a esses cristãos, expulsando-os do exército. Só os filhos de soldados ficaram obrigados a servirem o exército. E este era o caso do Capitão Sebastião. Para os outros jovens a escolha era livre. Denunciado por um soldado, o imperador se sentiu traído e mandou que Sebastião renunciasse à sua fé em Jesus Cristo. Sebastião se negou a fazer esta renúncia. Por isso, Maximiano mandou que ele fosse morto para servir de exemplo e desestímulo a outros. Maximiano, porém, ordenou que Sebastião tivesse uma morte cruenta diante de todos. Assim, os arqueiros receberam ordens para matarem-no a flechadas. Eles tiraram suas roupas, o amarraram num poste no estádio de Palatino e lançaram suas flechas sobre ele. Ferido, deixaram que ele sangrasse até morrer.
Recuperação
Irene, uma cristã devota, e um grupo de amigos, foram ao local e, surpresos, viram que Sebastião continuava vivo. Levaram-no dali e o esconderam na casa de Irene que cuidou de seus ferimentos.
Segundo martírio de São Sebastião
Depois de curado, Sebastião continuou evangelizando e se apresentou ao imperador Maximiano, que não atendeu ao seu pedido. Sebastião insistia para que ele parasse de perseguir e matar os cristãos. Desta vez o imperador mandou que o açoitassem até morrer e depois fosse jogado numa fossa, para que nenhum cristão o encontrasse. Porém, após sua morte, São Sebastião apareceu a Lucina, uma cristã, e disse que ela encontraria o corpo dele pendurado num poço. Ele pediu para ser enterrado nas catacumbas junto dos apóstolos.
Sepultamento
Alguns autores acreditam que Sebastião foi enterrado no jardim da casa de Lucina, na Via Ápia, onde se encontra sua Basílica. Construíram, então, nas catacumbas, um templo, a Basílica de São Sebastião. O templo existe até hoje e recebe devotos e peregrinos do mundo todo.
Devoção a São Sebastião
Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. São Sebastião é celebrado no dia 20 de janeiro. Existe também uma capela em Palatino, com uma pintura que mostra Irene tratando das feridas de Sebastião. Irene também foi canonizada e sua festa é no dia 30 de março.
Oxóssi
Na Umbanda, São Sebastião corresponde a Oxóssi
Oxóssi é o orixá masculino iorubá responsável pela fundamental atividade da caça. Por isso na África é também cultuado como Ode, que significa caçador.
Oração a São Sebastião
Deus onipotente, que conheceis a nossa enfermidade, fraqueza, agonia, ânsia e tribulações desta vida, fazei que a todos nos valha a intercessão de São Sebastião seu glorioso mártir e protetor dos cristãos.
Oração Saúde:
São Sebastião, meu intercessor, vós que sofrestes os ferimentos e recebestes no corpo as flechas da indiferença e da vingança, sofrendo vil e infamante processo, pela gloria de Nosso Senhor Jesus Cristo, dignai-vos a interceder para que possa obter do Altíssimo a graça de (citar aqui a graça desejada), e ainda a graça da salvação da minha alma para vossa maior gloria.
Honra e gloria vos renderei em todos os dias de minha vida.
“Omo Alaketu re
Faraimará
Araketu re faraimará”
“Filhos do rei de Ketu
Abraçai-vos
Povo de Ketu, uni-vos”
domingo, 18 de janeiro de 2026
'A proteção espiritual, nasce da conduta, do pensamento e da consciência' por Chico Xavier
"Nenhuma sombra tem poder onde a consciência permanece desperta"
Chico Xavier ensinava que a expressão “fazer macumba” nasceu do medo, do preconceito e da ignorância espiritual acumulados ao longo do tempo. Para ele, esse termo jamais representou uma realidade doutrinária séria, mas sim uma forma simplificada e injusta de explicar aquilo que não se compreende. Reduzir práticas espirituais, religiões inteiras ou fenômenos mediúnicos a essa palavra era, segundo Chico, uma maneira de fugir do verdadeiro entendimento moral da vida espiritual.
Chico afirmava com clareza que ninguém perde a proteção espiritual por atitudes ou intenções de terceiros. O ser humano não é um corpo indefeso à mercê da vontade alheia. A proteção espiritual, ensinava ele, nasce da conduta, do pensamento e da consciência. Onde há equilíbrio interior, fé lúcida e responsabilidade moral, não existe brecha para interferências negativas. O mal não invade, ele só se aproxima quando encontra sintonia.
Para Chico Xavier, o que muitas pessoas chamam de “macumba” não passa, na maioria das vezes, de superstição, autossugestão ou exploração do medo humano. Espíritos não agem por rituais externos, mas por afinidade mental. Nenhuma prática possui poder absoluto. O que realmente conecta consciências é o estado emocional, a culpa cultivada, o medo alimentado e a repetição de pensamentos desequilibrados.
Ele ensinava que o verdadeiro perigo espiritual não está fora, mas dentro. Não está no outro, mas na forma como cada um administra seus sentimentos, escolhas e atitudes. Quando a pessoa vive em coerência, caridade e verdade, permanece naturalmente protegida. Não por privilégio, mas por lei espiritual.
Assim, Chico Xavier devolvia ao ser humano aquilo que muitos tentam terceirizar: a responsabilidade sobre o próprio campo espiritual. O esclarecimento liberta. O medo aprisiona. E nenhuma sombra tem poder onde a consciência permanece desperta.
sábado, 10 de janeiro de 2026
CULTURARTE 301 - janeiro de 2026 (21 anos)
(21 anos)
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
6 de janeiro — Dia de Reis
"O Dia de Reis é uma celebração religiosa realizada em nosso país no dia 6 de janeiro e relembra a viagem de reis magos, oriundos do Oriente, para conhecer e homenagear o menino Jesus. Essa história é narrada no texto bíblico, embora não tenhamos detalhes da origem, da posição social nem de quantos magos eram.
Aqui no Brasil, a celebração do Dia de Reis foi trazida pelos portugueses durante a colonização e tornou-se uma parte importante da cultura brasileira. Em determinadas regiões, as tradições do Dia de Reis são parte do patrimônio cultural imaterial. Uma das tradições mais comuns do Dia de Reis são as apresentações do Terno de Reis."
"Resumo sobre o Dia de Reis
- Essa festa católica relembra a viagem dos reis magos para encontrar e homenagear Jesus.
- Essa festa é muito tradicional no Brasil, possuindo tradições que podem sofrer variações regionais.
- O Dia de Reis encerra o ciclo natalino, sendo o momento que as decorações natalinas são desmontadas.
- As celebrações do Dia de Reis também são conhecidas como Folia de Reis."
"O que é o Dia de Reis?
O Dia de Reis é uma data comemorativa, presente no calendário litúrgico da Igreja Católica, celebrada no dia 6 de janeiro. Essa data celebra a aparição dos reis magos ao local de nascimento de Jesus Cristo com o objetivo de prestar culto e ofertar presentes. Esse acontecimento também é entendido como a primeira aparição do messias.
A data comemorativa também é chamada de Solenidade da Epifania do Senhor, sendo o momento em que se encerra a Epifania, período no calendário litúrgico que é entendido como a primeira manifestação de Cristo. O Dia de Reis é também marca o encerramento do período natalino, sendo a ocasião em que as decorações desse período, como os presépios e as árvores de Natal, são desmontadas.
O Dia de Reis é celebrado 12 dias depois do nascimento de Jesus Cristo, o Natal. A celebração dos reis magos é baseada no texto bíblico, em especial no Evangelho de Mateus, que narra a ida desses magos do Oriente até Belém. A celebração do Dia de Reis foi trazida para o Brasil por colonos portugueses e atualmente é uma das manifestações folclóricas mais significativas de nosso país.
Tradições do Dia de Reis
"As celebrações do Dia de Reis são conhecidas popularmente como Folia de Reis ou Reisado e estão difundidas por diferentes regiões do país. Uma das práticas mais consolidadas da celebração do Dia de Reis são as visitações que grupos musicais chamados Terno de Reis costumam fazer às residências.
Essas visitas são marcadas por cantorias, e as canções possuem letras religiosas. Em troca, os grupos recebem a doação de alimentos. Esses grupos podem ser formados também por dançarinos e contam com instrumentistas, todos eles usando trajes tradicionais da festa. Os alimentos arrecadados, geralmente, são direcionados para caridade.
As apresentações da Folia de Reis não se resumem ao dia 6 de janeiro, mas acontecem desde o final de dezembro. Outra tradição popular do Dia de Reis é o Boi de Reis, um folguedo que é praticado durante o período natalino até o dia 6 de janeiro.
Podem existir variações na forma como a festa é celebrada, e em algumas cidades do país as tradições do Dia de Reis são consideradas patrimônio cultural imaterial. As celebrações do Dia de Reis se encerram com a realização de missas.
Até o final da década de 90, grupos ainda se apresentavam no Dia de Reis pelas ruas de alguns bairros de Maricá, indo festejar e dançar na casa de alguns moradores mais tradicionais.
Quem são os reis magos lembrados no Dia de Reis?
O Dia de Reis é uma celebração que relembra a viagem e a visitação dos reis magos a Jesus, ainda uma criança recém-nascida. Jesus estava em Belém, e os reis magos chegaram ofertando presentes a ele, sendo que estes eram incenso, mirra e ouro. A tradição bíblica considera essa a primeira aparição de Jesus enquanto messias.
O entendimento que se tem do texto bíblico é de que a menção a eles como magos devia-se ao fato de serem sábios oriundos do Oriente. O relato sobre os reis magos na Bíblia é encontrado no livro de Mateus, e lá não há menção de que esses magos seriam reis. Acredita-se, portanto, que essa ideia deles como reis tenha sido adicionada à tradição religiosa cristã durante a Idade Média.
Existe também uma interpretação que os associa com o zoroastrismo, religião tradicional da Pérsia, região de onde supostamente os magos teriam vindo. Por sua vez, outros relatos apontam diferentes origens dos reis magos. Além disso, foi na Idade Média também que se estabeleceram os nomes desses magos.
O texto bíblico não falava os nomes desses magos, mas na Idade Média (ano 500) foi redigido um documento que mencionava os nomes de Baltasar, Gaspar e Melchior (podendo ser Belchior em algumas traduções). Esse documento tem autoria desconhecida, e não se sabe se esses nomes já circulavam na tradição religiosa da época.
Outro mistério é o total de reis magos, porque o texto bíblico não fala a quantidade de magos que foram guiados por uma estrela até Jesus. Foi convencionado na tradição cristã falar em três reis magos porque o total de presentes entregues foi de três."
SILVA, Daniel Neves. "6 de janeiro — Dia de Reis"; Brasil Escola.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
À Jesus, Feliz Aniversário!!!
Naquela noite, o mundo dormia sem saber.
Não houve aplausos e nem anúncios. Nem festa, nem riqueza.
Houve silêncio, espera e fé.
O Natal não nasceu grande.
Nasceu simples.
Nasceu do ventre de uma mulher, escolhida e assustada,. as forte e confiante ao mesmo tempo, carregando no corpo o Salvador do mundo e no coração a certeza daquela promessa de Deus.
Ela não tinha respostas prontas.
Tinha um esposo, um filho e só.
Mas sentia a certeza que aquela noite seria o recomeço para a humanidade.
O Natal não pede luxo.
Pede abrigo.
Não pede presentes.
Pede presença.
Não pede fartura e roupa nova.
Pede amor no gesto pequeno e entrega no cuidado diário que ninguém vê.
Se hoje o mundo anda duro, raivoso, cansado e dividido, lembrem-se: foi numa noite simples, num lugar esquecido, que a esperança decidiu nascer.
Que cada família seja um presépio.
Que cada casa seja manjedoura.
E que o Natal não termine na mesa do almoço de amanhã, mas que continue em cada coração e em cada escolha feita com fé, sabedoria, humildade, esperança e amor.
À todos, um feliz Natal!
À Jesus, Feliz Aniversário, meu irmão!
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
JESUS CRISTO ERA O ESPERADO!!!
ELE ESTÁ ENTRE NÓS!
É inútil que se apresente Jesus como filósofo do mundo.
O Mestre não era um simples reformador.
Nem a sua vida constituiu um fato que só alcançaria significação depois de seus feitos inesquecíveis, culminantes na cruz.
Jesus Cristo era o esperado.
Pela sua vinda, numerosas gerações choraram e sofreram.
A chegada do Mestre foi a Benção
Os que desejavam caminhar para Deus alcançavam a Porta.
O Velho Testamento está cheio de esperanças no Messias.
O Evangelho de Lucas refere-se a um homem chamado Simeão, que vivia esperando a consolação de Israel. Homem justo e inspirado pelas forças do Céu, vendo a Divina Criança, no Templo, tomou-a nos braços, louvou ao Altíssimo e exclamou:
Agora, Senhor, despede em paz o teu servo, segundo a tua palavra.”
Havia surgido a consolação.
Ninguém estaria deserdado.
Deus repartira seu coração com os filhos da Terra.
E por isso que o Natal é a festa de lágrimas da Alegria.
Emmanuel.




























